Unitrilhas

No. 12 - 25/6/2002

1. R e g u l a n d o S u a M o c h i l a
2. C o m e n d o F o r a
3. S e r o G u i a
4. S e m e n t e s K r a h ô s
5. A t e n d i m e n t o
6. P r ó x i m o s R o t e i r o s
7. D i c a s
8. E n t r e v i s t a
9. A g e n d a V i v a M a i s

Olá, Durante o Levantamento Fundiário do Parque Nacional da Chapada Diamantina-BA, realizado em 1998, um fiscal do IBAMA pergunta a Dona Ponen, de +/- 80 anos, nascida no interior da UC(Unidade de Conservação) e que nunca saiu de lá:
Fiscal - "D. Ponen, se o IBAMA lhe pagasse um dinheiro para a senhora comprar a melhor casa da Chapada Diamantina, nas melhores condições possíveis, a senhora sairia do Parque?" D. Ponen - "E onde fica o sentimento? Meus pais nasceram e morreram aqui... meu avô nasceu e morreu aqui... quem compra isso, meu filho?" in memorian
Taí o "fio da meada". Qual é a ecologia que sustenta o mundo? Aquela que preserva o ambiente? Ou aquela que preserva as pessoas? De certo são pessoas que preservam ou destróem um ambiente natural. E garanto, por experiencia própria: essas pessoas agridem um ambiente mais por ignorância do que por má fé. Mais por necessidade do que por prazer. Então fica aí a lição de D. Ponen, uma ecologista nata.
Abraço Aventureiro,
Adriano Garbelini - Editor - unitrilhas@yahoo.com.br

Campanha Conduta Consciente em Ambientes Naturais. Preserve os ambientes. Como? Usando-os conscientemente. Aprenda aqui.
www.parquesdobrasil.org.br/conduta/planejamento.asp

1. R e g u l a n d o S u a M o c h i l a
Saber montar uma mochila é uma arte. Mais do que montar, saber regular é tê-la perfeitamente ajustada ao corpo. Afinal, ela faz parte de você e é lá, nas costas, tal e qual os caramujos e tartarugas, que carregamos casa e comida... A escolha da mochila, seu tamanho, a arrumação e a regulagem deverá ser tratada com o maior dos carinhos possíveis. Um ajuste mal feito e lá se foi o peso todo para os ombros, ao invés dos quadris, bem mais preparados para carregá-lo.
1. Enrole suas roupas - além de dobrá-las direitinho, enrole-as depois, uma a uma, para facilitar na hora de acondicioná-las dentro da mochila. Desta forma, elas amassam menos também!
2. Guarde tudo dentro de saco plástico, já que não há nada mais desagradável do que roupa molhada no final do dia. Pior ainda se isto acontecer com a roupa limpa que deveria estar seca e quentinha... Procure separar peça a peça, ao invés de usar um grande para tudo.
3. Preencha os cantos - a mochila ideal será montada não apenas por dentro mas, também, por fora. Ou seja, é fundamental que você, ao preenchê-la, cheque pelo lado de fora se alguma parte do tecido está frouxa, sinal de lugar vazio e, portanto, mau uso da mesma. O ideal é que ela fique totalmente esticada.
4. Os locais corretos para cada peça - sim, existe um lugar ideal para cada coisa que você está levando... O saco de dormir deverá ser o primeiro a entrar, situando-se no fundo da mochila (pode até ser usado aquele compartimento que separa-o do resto. No entanto, não esqueça de colocá-lo em um saco plástico grosso e de preencher cada cantinho do fundo da mochila, pois sempre sobra um espaço precioso mesmo depois de colocar o saco de dormir). Continue enchendo-a com as roupas. Do meio para o final, comece a colocar os materiais de cozinha e/ou de escalada - materiais pesados (o maior peso deve se situar do meio para cima, encostado às costas, permitindo que a mochila fique com o centro de gravidade relativamente alto, ideal para carregá-la - procure colocar o centro de gravidade entre os ombros!). Se tiver barraca e precisar colocar dentro, divida-a em duas e coloque cada parte de um lado da mochila. Termine com as comidas que, além de pesadas, deverão ser usadas durante o primeiro dia (deixe o lanche deste dia bem à mão, para facilitar na hora de usá-lo). Também deixe o anorak e a água à mão - coisas que se usam com muita freqüência e em momentos que, geralmente, não temos muito tempo a perder...
5. Ajustando-a ao seu corpo - todas aquelas fitinhas da sua mochila têm uma razão de ser e existir. Além de visualmente bonitas, elas proporcionam um ajuste perfeito ao seu corpo. As mochilas maiores, chamadas cargueiras, possuem uma barrigueira acolchoada, que proporciona um conforto maior na hora de transferir os cerca de 70% do peso dos ombros. As mochilas menores, chamadas de ataque, possuem apenas uma fita como barrigueira e sua função é mais de estabilidade. A carga, neste caso, fica mesmo nos ombros. Ajuste a cargueira quando já estiver cheia - é mais fácil. Assim, coloque-a nas costas com as fitas frouxas. Tenha certeza que a mochila é feita para o seu tamanho ou, então, ajuste a distância entre o ombro e a barrigueira (muitas mochilas permitem este ajuste - certifique-se disso na hora da compra). Coloque, então, a barrigueira e ajuste-a. Depois, ajuste as fitas dos ombros e, em um segundo momento, as fitas acima dos ombros, que servem para estabilizar as alças. Para terrenos muito acidentados, é sugerido usá-la mais justa. Para terrenos mais fáceis, pode-se deixá-la um pouco mais solta mas, o mais importante, é deixar o peso na barrigueira e não nos ombros. Não se esqueça de verificar de tempos em tempos este ajuste, já que ela vai "assentando" conforme você se movimenta.
6. Quanto você pode carregar? - se você tem experiência com este tipo de equipamento e já caminhou muitas vezes por trilhas e terrenos acidentados, o ideal é que você não ultrapasse 1/3 do seu peso. Se você está começando e não tem experiência alguma, além de estar fora de forma, comece levando apenas 1/5 do seu peso.
Leitura Sugerida:
- O livro de Aventura do Excursionista Decidido - Sergio Beck
Helena Artmann www.trilhaserumos.com.br

2. C o m e n d o F o r a
A seguir, você aprenderá a escolher alimentos saudáveis em restaurantes:
Encontre um restaurante que ofereça alimentos variados, de modo que você não precise comer o que outros escolherem. Para pedidos especiais, você pode solicitar um dia antes de ir ao local.
Mantenha a fome sob controle. Não pule refeições no dia em que você for sair. Ou melhor, coma um lanche leve cerca de uma hora antes da refeição para evitar a ingestão excessiva de alimentos no restaurante.
Muitos restaurantes têm cardápios especiais, com alimentos saudáveis. O prato completo, por ex, costuma ter mais calorias e gordura do que você imagina. Muitas vezes ele inclui um hambúrguer e várias fatias de queijo cremoso - toda a proteína recomendada para um dia e poucos carboidratos. Dê preferência a alimentos com pouca ou nenhuma gordura, pequenas quantidades de carnes vermelhas, aves ou peixes, ricos em vegetais e com uma porção de pães.
Fazer pedidos a la carte pode ser mais caro, mas permite que você peça apenas o que deseja. Tem a vantagem da variedade e da quantidade reduzida. Opte por petiscos grelhados, assados ou cozidos, evitando as frituras.
Pronuncie-se de maneira educada, peça para trazer porções menores, substituir a batata frita por frutas, não colocar molhos, e mude algumas coisas, como preparar aves sem pele.
Não engula a comida. Mastigue bem e coma devagar. A maioria dos especialistas acreditam que se você come mais devagar, come menos. Siga algumas recomendações para prolongar as refeições sem comer mais: coloque os talheres sobre a mesa entre as mordidas, preste atenção na conversa. Compartilhe o seu prato com uma companhia. Peça para levar uma quentinha. Assim, é possível limitar a ingestão alimentar e comer duas vezes pelo preço de uma.
Muitas pessoas exageram no sal, manteiga, condimentos e molhos, algumas vezes até mesmo antes da comida. Pare com isso.
Não se preocupe em limpar o prato
Você não diminuirá a fome no mundo por comer qualquer coisa que esteja na sua frente. Coma apenas para satisfazer a sua fome.
Costuma-se encarar os bufês como um desafio pessoal: para consumir mais do que o dinheiro gasto, enche-se o prato de comida. Em vez de passear por toda a mesa, decida o que você quer e pegue apenas aquilo. Faça das saladas a primeira opção e, em seguida, vá para as entradas. Assim, você diminui o risco de comer excessivamente.
fonte edição 69 www.nutrinforma.com

3. S e r o G u i a
Uma homenagem a todos os guias; mais ainda aos da Unitrilhas, que valorizam cada momento, cada partícula viva do Universo, cada companheiro de trilha !
"Ser o guia não é só levar turistas para as trilhas:
- É sobretudo ensiná-los a enxergar a natureza, não ficando somente nos padrões profissionais e estéticos da profissão.
- É acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela.
- É ouvir o vento, é sentir o sol na pele, é percorrer trilhas e caminhos e recordar a aurora do homem.
- É gostar da terra molhada, de mata fechada, de luas e chuvas.
- É não importar se a trilha cansa, mas sim que do alto da montanha, o mundo é maior.
Ser o guia é dedicar parte do seu ser à arte de guiar vidas:
- É aproximar-se de instintos e convidar os que foram expulsos do paraíso, a retornar.
- É perder medos e ganhar amigos de pêlos e penas, de flores e frutos, de antenas e escamas.
- É permanecer descobrindo, através dos animais, a si mesmo.
- É ter coragem de penetrar num mundo diferente e ser igual.
Ser o guia é conduzir para preservar, e não para destruir:
- É ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes.
- É sentir dor com as queimadas e sofrer com a poluição dos rios.
- É lutar contra o extermínio de animais e plantas.
- É preocupar-se com o impacto que causa o seu trabalho.
Ser o guia é ser capaz de entender que sem as matas e sem os animais; conquistamos o planeta, mas herdamos um mundo infinitamente mais pobre:
- É ter capacidade de compreender que guiamos não o homem para a beleza e satisfação.
- Mas para o mundo muito maior que pagar contas e consumir.
- Maior que vencer com uma visão distorcida de sucesso.
Ser o guia é conviver lado a lado com ensinamentos profundos sobre amor à vida."
Colaboração Flávio Zen Mello ecotrecker@yahoo.com.br

4. S e m e n t e s K r a h ô s
Numa boa parte do mundo rural de hoje, práticas e conhecimentos agrícolas tradicionais continuam sendo a base para a maior parte da produção primária de alimentos. A distinção existentes entre os sistemas de produção tradicionais e indígenas e os sistemas convencionais é que os primeiros desenvolveram-se em épocas e locais onde não havia disponibilidade de outros insumos além do trabalho humano e dos recursos locais, ou onde foram encontradas alternativas que reduziam, eliminavam ou substituíam insumos humanos intensivos no uso de energia e de tecnologias, comuns a grande parte da agricultura de hoje. Atualmente, os estudos de agroecossistemas tradicionais podem contribuir muito com o desenvolvimento de práticas de manejo ecologicamente consistentes. Na verdade, cabe reconhecermos que o que existe hoje em termos de conhecimento sobre sustentabilidade ambiental surgir dos estudos das práticas de populações indígenas e tradicionais em todo o mundo. Por essa razão, é fundamental que os agroecossistemas tradicionais sejam reconhecidos como exemplos de aplicação de conhecimento ecológico sofisticado, a fim de que o processo de modernização da agricultura não continue a destruir um conhecimento milenar, testado pelo tempo e que pode servir como ponto de partida para a elaboração de sistemas de produção capazes de atender de forma equilibrada suas dimensões social, ecológica e econômica. Exemplo da importância da preservação desses conhecimentos no Brasil, o projeto Etnobiologia, Conservação de Recursos Naturais e Bem-Estar Alimentar em comunidades tradicionais, tem ajudado a tribo dos Krahôs, assentada no município de Tacajá - TO, a resgatar suas variedades tradicionais de plantas alimentícias e, conseqüentemente, sua cultura no decorrer desse processo.
Implementado pela Embrapa, a Associação União das Aldeias Krahô (chamada de Kapéy) e Funai, o trabalho tem possibilitado a crescente diversificação de roças no local. Os nativos desenvolvem plantios de milho, mandioca, batata-doce, amendoim, côco, banana, urucum, inhame, gergelim, palmeira, fava, arroz, abóbora e outros alimentos. As ações têm beneficiado diretamente mais de dois mil krahôs. A iniciativa ganhou, quatro anos atrás, o prêmio máximo do Programa Gestão Pública e Cidadania, concedido pela Fundação Getúlio Vargas. Em setembro, desde 1997, as dezesseis comunidades Krahôs promovem a Feira de Sementes. "A idéia é possibilitar que se espalhem mais rapidamente as sementes de milho, amendoim, batata, inhame, abóbora, além de outras cultivares, que a Hapéy, em parceria com a Embrapa, vinha tentando reintroduzir nas terra krahô", conta Fernado Schiaavini, indigenista da Funai.
Os krahôs já reproduziam sementes há milênios, mas os materiais se perderam ao longo do tempo. "Ultimamente como dependiam apenas da monocultura do arroz, eles passavam fome, "conta.
"Nossa história é muito antiga, nosso povo andou muito, guerreou muito, passou por muitas dificuldades. Na história do nosso povo existe o dilúvio e uma escuridão, que durou muito tempo e matou quase todos.
Nossa história é contada pelos mais velhos, que vão repassando de geração em geração. Ela é muito comprida. Começa com PYT, o SOL e PYT RORÉ, a LUA, que vieram habitar a terra em forma de homens e criaram as coisas que existem sobre a terra.
Atualmente existem dezesseis aldeias Krahô e nossa população é de quase duas mil pessoas."
site www.kraho.org.br/historia.htm

5. A t e n d i m e n t o
Tel (11) 6963-0232, das 8:00 às 15:00 hs, de terça à sexta-feira. Mensagens para e-mails unitrilhas@yahoo.com.br e unitrilhas@ig.com.br

6. P r ó x i m o s R o t e i r o s
Fique por dentro da programação de inverno das caminhadas Unitrilhas. Para não ficar de fora reserve sua vaga o quanto antes. Sujeito a modificações.
a.. 6, 14 e 21/7: Extrema, montanha, cachoeira 90,00
b.. 7 e 27/7: Paranapiacaba, comunidade, história 60,00
c.. 19 à 21/7: Alagoa, montanha, modos de vida 300,00
d.. 13 e 28/7: Ipanema, pedra santa, história 70,00
e.. 3 e 11/8: Caraguatatuba, cachoeiras do Pq Estadual 80,00
f.. 4 e 17/8: Monte Verde, montanha, queijos 90,00
g.. 18 e 24/8: Campos do Jordão, montanha, cachoeira 90,00
h.. 1, 7, 21/9: Paraibuna-Caragua, trilha dos tropeiros, travessia 100,00
i.. 14 e 22/9: Sete Praias, praias desertas, encostas rochosas 100,00
j.. 15 e 28/9: Salesópolis-Boissucanga, cachoeira, travessia 110,00

7. D i c a s
Aqui algumas dicas para você aproveitar plenamente sua aventura.
::: comprar e comercializar artesanato produzido com corais, além de imoral é proibido por lei
::: alimentos humanos prejudicam os animais silvestres. Evite alimentá-los
::: ao mergulhar em poças de maré ou áreas de pouca circulação, evite o uso de filtro solar, óleos e cremes, que prejudicam os animais aquáticos.

8. E n t r e v i s t a
Saiba o que está acontecendo em prol da qualidade de vida. Ações à favor da vida. Personagens anônimos que trabalham por um mundo melhor.
Antonio Manoel dos Santos Oliveira já é avô. Mas não perdeu a vontade de aventura. Sejam elas externas ou internas, melhor ainda, as duas.
a) Olá Antonio, o que é viver bem na sua opinião?
É o que disse a Santa Tereza D´Ávila: " Aventurar-se na vida: tudo se resume nisso."
b) E você, quais suas ações para viver melhor?
Receber com aceitação o que a vida me oferece.
c) E para coletividade, tem feito algo?
Não há quem não faça algo para a coletividade. Todos os nossos pensamentos e ações, maus ou bons, marcam a coletividade. Mas, pela coletividade é mais difícil responder. Já tentei. Por ex: fui do Partido Comunista Brasileiro. Fui pesquisador do IPT. Fiz trabalhos espirituais. Sou membro de associações sem fins lucrativos e faço doações de trabalho. Pela coletividade ou por mim?
d) Como é sua alimentação?
Sem carne, só peixe. Cereais, legumes, folhas e frutas. Quem sabe volto a comer carne?
e) Que acha dos transgênicos?
Maravilhosos avanços da ciência e tecnologia que requerem medidas de precaução pois as avaliações de seus impactos ambientais não podem ser feitas a curto prazo.
f) Qual sua arte/artista preferido?
Pintura: Picasso: a jovialidade aos 90 anos. Música: Tom Jobim e Beatles: que som bom! Cinema: Kurosawa e Felini: as expressões locais dos valores humanos universais.
g) Quem ou o que mais lhe influenciou na compreensão da existência?
Mensagens de irmãozinhos espirituais anônimos. Agradeço-os.
h) As Unidades de Conservação Ambiental tem cumprido sua função?
Sem dúvida. Só pelo fato de terem sido criadas. O que vem a seguir: pesquisas, estudos, visitações ... é lucro. Tomara que venham das melhores formas.
i) Qual sua recomendação para quem procura viver mais naturalmente?
Cada um vive mais naturalmente vivendo sua própria sintonia. Por ex, cada um tem um perfil alimentar próprio. Sinta a sua impressão digital em todas as coisas que faz pois é única no universo.
j) À favor da livre expressão, o espaço é todo seu.
Ser flexível e aceitar a vida não significa passividade nem subserviência. É necessário fazer as escolhas. Certas ou erradas não importa. Adriano, agradeço pela oportunidade. Muita luz e abraço a todos.
k) Qual a melhor forma de contatar-lhe?
a-manoel@ig.com.br
Antonio Manoel, parabéns pela sinceridade. E quando quiser aventura em grupo já sabe: Unitrilhas te aceita de braços abertos, inclusive com os netos.
Gostou da entrevista? Sabia que você também poderia se expressar aqui? Então envie sua entrevista, que eu publico unitrilhas@yahoo.com.br

Espaço Cultural Pés no Chão de artes e expressões humanas. Um serviço para a comunidade de Ilhabela www.pesnochao.org.br

9. A g e n d a V i v a M a i s
::: Instrumental Pés no Chão
Violão, viola, teatro, oficinas, trilhas. Com Eduardo Agni, Ivan Vilela, Renato Anesi, Clovis Carvalho, Edson Hiroshi, Teatro de Oz
Dias 29 e 30/6/2002. Realização Espaço Cultural Pés no Chão.
Tel (12) 3896-6727, Ilhabela, SP www.pesnochao.org.br/instru.htm
Co-produção Unitrilhas, dentro do Unitrilhas Artetrilha Litoral.
::: Palestra Fundamentos da Saúde
Saúde, doença e sua relação com a ecologia e o meio ambiente.
Com Dr. Luiz H B Telles. Sábado, 6/7/2002, das 8 às 12hs. Gratuito.
Realização Estação Harmonia Oficina de Artes Médicas.
R Maria Carlota, 898, Penha, São Paulo. Tel (11)6957-3266.
::: Programa de Imersão na Língua Inglesa
Treinando o inglês no sítio durante sete dias.
Com Profa. e aventureira Dorotéa tea@brfree.com.br. De 17 à 23/7/2002.
R$ 1.500,00. Realização www.languageland.com.br , telefax (12) 245-2156
Local Pousada Chapêtre, Pindamonhangaba, SP.
::: Festa Julhina Beneficente
Fogueira, violeiros, comida típica do arraial
Dia 20/7 à partir de 16hs. Ingresso R$ 10,00. Pernoite opcional
R$ 20,00. Transporte R$ 15,00. Realização Projeto Estellar
www.careho.com.br Local Sitio Umuarama, Embu-Guaçu, SP.
Tel (11) 4665-1317 a/c Carlos Alberto. Apoio Logístico Unitrilhas.

O Naceme está precisando de dentistas e ortodontistas voluntários para trabalhar na zona norte de SP. A organização presta atendimento multidisciplinar a crianças de baixa renda com deficiência física e mental.
(11) 3936-4959/4258 com Jane, endereço eletrônico nnaceme@uol.com.br


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