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1º CAMPEONATO DE POESIA "SITE DO ESCRITOR"


POESIA 1

ROSA VERMELHA

Caída como lágrima,
Exalta a criação.
Resplandece os gestos,
Confirma a paixão

Pétala de amor,
Nos caminhos
Uma vida.
Uma flor
Nos convida...

POESIA 2

A CILADA 

Meu coração caiu no laço
das suas palavras

tão belas e nobres

e tão falsas.

Jà vinte e cinco anos

êle bate nesta melosa cilada

e não quer, não pode 

salvar-se, avassalado.

POESIA 3

Casa 
 
ei-los 
pinos 
presos do chao ao infinito 
ei-los pinceiros  
se pegam a poeira  
ei-los 
sombreiros 
da chama ensolarada permeiam 
caules tremeiam 
chuvas intermeiam 
coçam cabeça com cabeça 
sonetos de suas facetas 
me despeço dos pinheiros.

POESIA 4

AMO 

 

Amo com toda a força do meu ser. 

Amo a beleza, a arte, uma canção. 

Amo o eterno desejo de vencer. 

Amo os versos que vêm do coração. 

 

Amo as flores, é grande meu querer. 

Amo essa amarga e triste solidão. 

Amo os sonhos que estou sempre a tecer. 

Amo o infinito em sua imensidão. 

 

Amo também a morte, dura e fria. 

Amo na morte, toda a ausência e dor. 

Amo meu mundo em meio à fantasia. 

 

Amo a tristeza, e mais, amo a alegria. 

Amo a vida e esse mundo encantador. 

Amo o amor, amo a paz, amo a poesia. 

POESIA 5

A espera

 

A noite inteira olhando

Para o relógio fictício da parede de sua sala,

Os pés adormeceram e o resto do corpo começara a doer.

Ela deveria ter voltado às sete horas

Do dia anterior a este que vai nascer.

 

Balbuciando algumas palavras,

Uma espécie de prece vazando os dentes,

Meia dúzia de rosas repousa no jarro;

O jantar esfriara

E o vinho agora esta quente.

 

As janelas ficaram abertas

E a porta da frente destrancada.

A mesma canção se repetiu dezenas de vezes 

Além da programada,

Sendo a lua de hoje só um risco céu

Manteve acesa a luz da escada.

 

O vento indiferente,

Promove um bale de cortinas esvoaçadas

 E Sombras de samambaia por toda casa,

Enquanto era fuzilado por um retrato impertinente

Se acabando em gargalhadas.

 

Já se passaram mais de vinte anos,

Apesar do retrato, não há certeza de que a mulher existiu,

O homem continua esperando

Ainda da mesma cadeira olhando

Para o relógio que ninguém nunca viu

POESIA 6

MENORES ABANDONADOS
 

 

O aroma da flor,

nem sempre é agradável ao olfato:

seu pólen pode causar alergia respiratória,

tornar-se grudento...

É aquele ser plantado num canto da rua,

afastado da convivência afetuosa!

Submeteu-se ao processo de desidratação:

evaporou-se sua esperança de ser feliz!

Debaixo do sol intenso do desprezo,

perdeu a água que nutria seus ideais.

Menores abandonados no caminho da exclusão,

cheiram a injustiça!

A imundície das suas roupas,

reflete a podridão do lado social:

fingem que ajudam,

empurram a sujeira para debaixo do tapete.

É impossível para a chuva que cai,

limpar as amarguras do coração-criança:

formam lama ao seu redor,

afunda cada vez mais...

Desfolharam suas pétalas secas,

resultado: mal-me-quer!

POESIA 7

ELEGIA À CECÍLIA MEIRELES.

 

 

Quem conhece a suavidade da rosa.

A beleza das palavras.

A transparência límpida da água. 

A racionalidade do ser.

E, sobretudo a beleza da poesia em face de uma mulher.

Sabe bem de quem me lembro pesarosamente nesses versos.

Lembro-me dela, que chegou a esse mundo ao sétimo dia do mês de novembro do ano de mil novecentos e um.

E hoje nada mais é que vento.

Sim, vento.

Esse vento suave que nos rodeia a cada manhã e a cada entardecer do dia.

 

Esse ser que nos deu prazeres sem fim, passa por nós, sem que vejamos.

Apenas sentimos sua doce presença e ouvimos suavemente suas canções.

Canções que ao ouvi -las, uma dor punge em meu peito.

Fora tão sozinha a pobre menina.

Hoje “Silêncio e Solidão” pertencem a um mundo fora de nosso alcance.

Nós, reles mortais, que ainda em terra indagamos os mistérios da eternidade.

Ela, a poetisa, o ser de maior expressão lírica da literatura portuguesa que agora se encontra nesse misterioso mundo.

 

Quisera ainda viver entre nós, não como esse vento que passa por mim, mas em carne como nós. 

Prazer seria vê-la caminhando pelas ruas. 

Seu caminhar agora é outro.

 

Ela e sua mãe estão agora conversando. Pouco se escuta daqui da Terra.

Estão sempre a se perguntar: Lembra-se daquele dia...?

E começam as recordações dos tempos quando ambas eram crianças. 

Mal consigo ouvir. Sempre terminam dando gargalhadas.

São doces suas gargalhadas.

Parecem aves, doces aves.

 

Mãe e filha agora podem viver a tão adiada convivência, que a Morte roubou à menina Cecília em seus três anos de idade.

A Morte, essa não mais existe em suas vidas como antigamente, distribuindo lágrimas. Não rouba mais nenhum momento de felicidade.

 

São belos seus irmãos, parecem anjos.

Não podem ver ninguém que distribuem belos sorrisos.

Seu pai é um belo homem. A Morte não lhe tirou nenhum de seus valores.

Comporta-se bem. É sem dúvidas um cavalheiro.

 

A Morte julga ter feito um belo trabalho. Reuniu toda a  família. Agora sim há almoços aos domingos.

A Morte, embora tenha um coração frio, gosta dessa calorosa reunião.

Domingo passado ela foi almoçar com eles. Precisava ver como estava feliz ao término do almoço. Só não ficou mais tempo, pois tinha uma lista enorme de pessoas com quem se encontrar.

Cecília, toda vez que se encontra com ela, a chama para uma conversa. 

Sente necessidade de se lembrar de quando ainda viva.

E ninguém melhor do que a Morte para lhe ser útil. Afinal, a Morte esteve sempre a seu lado.

Mas ela se recusa a falar em tais assuntos.

Um dia se encontrou com Cecília e começou a chorar. Lembrou - se de tudo que acontecera a Cecília.

A morte dos pais, o suicídio do primeiro marido...

A Morte estava presente em tudo.

E por vaidade levou desse mundo Cecília Meireles.

A Morte tem bom gosto. E gosta muito de poesia.

Queria completar sua coleção de poetas e escritores.

 

Cecília Meireles não sente raiva da Morte, ao contrário lhe adora.

E lhe é muito grata. Afinal, muito lhe serviu a Morte de inspiração.

 

Cecília Meireles hoje, é um canto suave.

É a bela voz feminina, imortal, da nossa literatura.

É o vento... A transitoriedade da vida... A saudade... O tempo que passa e não volta... A bela ligação entre a vida e a morte... 

A beleza de ser eterno.

E a convicção de que a Vida é uma de muitas vidas a serem vividas.

E a Morte, uma figura tão bela quanto a Vida. 

Beleza, essa, dada à Morte não somente em versos de poemas. Mas no dia a dia.

Pois a Morte é quem nos acompanha do nascer ao poente do sol. 

POESIA 8

Olhar de um anjo 



Olho pró céu é só penso em você. 
Lembro de como é belo seu rosto. 
De como é lindo seu olhar. 
O brilho de seu olhar me lembra 
Como é doce te amar. 

Vejo como é lindo a beleza de sua inocência. 
Toda vez que a vejo sinto como se o dia parasse, 
Só para ver você passar. 

Queria eu saber desenhar, 
Para pintar seus lindos traços. 
Queria saber falar, 
Para dizer o quanto quero te beijar. 

Só que não sei pintar; 
E nem falar 
Apenas sei escrever o que sinto pôr você... 

Olho para você e vejo um lindo anjo. 
Cujo olhar e tão belo. 
Que me faz amar. 

Seus belos traços 
Me faz querer falar, 
Mas o encanto do seu olhar logo me faz calar; 
Só para ver você passar. 

Me sinto distante de você. 
Ao mesmo tempo que estou 
Perto de você... 

Seus olhos são da cor do mais puro mel. 
Seus lábios tão vermelhos quanto de uma rosa, 
Da cor da paixão. 

Seu jeito gracioso 
Faz querer amar, 
Querer se lembra do que 
A muito tempo quis senti mais logo perdi. 

Seu corpo tem traços que nem o mais 
Hábil escultor conseguiria representar, 
A não ser o próprio Deus. 

Seus cabelos negros. 
Combinam com a sua pele branca e rosada. 
Queria pode tocar e abraçar mais fico contente só de olhar. 
Isso me lembra o porque de viver. 
O porque de chorar e de amar. 
Queria poder saber seu nome. 
Mais a única coisa que sei. 
E que jamais esquecerei, beleza assim 
Que jamais encontrei em nenhum lugar. 

POESIA 9

Vivi amores...

Vivi amores que eram portos
Quando eu precisava mar
Que viravam ' mar revolto "
Quando eu precisava paz.

Gostava de tudo que vivia
Mas me sentia fora de lugar
Quero mesmo um amar tranqüilo
Do mar pro porto - do porto para o mar.

POESIA 10

DIREITO DE LUTAR
É UM DIREITO ADQUIRIDO


QUAIS LUTAS
ESTAMOS FALANDO?
NÃO VEJO MAIS
DA MESMA FORMA
OU ESTOU CEGO!
A PONTO DE NÃO PERCEBER
QUE O MILITAR AINDA DOMÍNA
COM REPREENÇÃO, OS MANIFESTANTES
JOVENS ESTUDANTES
OU PAI DE FAMILIA
PERDEMOS NOSSAS FORÇAS?
OU MUDARAM OS PARÂMENTROS
SÓ NÃO PODEMOS
PERDER NOSSOS IDEAIS
TODOS MOVIMENTOS SOCIAIS
SÃO CRIADOS POR INTELECTUAIS
DE UMA FORMA FILOSOFAL...
OU DE UMA FORMA ESPIRITUAL
SURGEM CONSEGUENTIMENTE
UM MOVIMENTO CULTURAL
INGRESSAM NESSES MOVIMENTOS
FORMAS E ESTILOS...
DE PENSAR, DE FALAR
MAS PARECE HOJE, DESNECESÁRIO
ATUALIZAR NOSSA ÉPOCA
O QUE ESTAMOS VIVENDO?
EM MUDANÇA...
OU DE MUDANÇA
PARECEM QUE ESTAMOS ESCONDIDOS!!
NÃO CONSIGO DESISTIR
E VOLTAR JAMAIS
JÁ QUE ESSE POEMA
FOI CRIADO...
SERÁ LANÇADO
AO SEU INFINITO
PARA A ETERNIDADE DAS PALAVRAS
QUE DURAM PARA SEMPRE
E NUNCA MORREM
TRANSFORMAÇÕES SOFREM!
ADAPTAÇÕES ADEREM!
MAS CONTINUA VIVO
DENTRO DAS MENTES
PENSANTES
DE PESSOAS ESPECIAIS
DOTADAS DE INTELIGÊNCIA NATURAL
HEREDITÁRIO DO PAI CELESTIAL
QUE RESPEITA AUTORIDADES
QUE DETESTA DESONESTIDADES
QUE CAPACITA TODOS
COM O PODER
E A FORÇA PARA LUTAR
COM SABEDORIA
E ENTENDIMENTO
PARA CRIAR CONCEITOS
E MODO DE COMBATER
CONTRA TODAS INJUSTIÇAS
SOBRE UM POVO
ESTAMOS A FAVOR A LIBERTAÇÃO
E DE TODOS OS FRUTOS DO PÉ DA LIBERDADE
E DIGAM, NÃO A LIBERTINAGEM
CUIDADO! A TODOS QUE SOFREM
DAS TRANSFORMAÇÕES IRREGULARES
PRIORES ACHAM CAMINHOS
PARA O EGOÍSMO
SEM PATRIOTISMO
PARA O CONHECIMENTO
SEM PATRIARCA
A SALVAÇÃO PARA MUITOS
VIERAM DE ARCAS
A ARCA SAGRADA
A ARCA DE NOÉ
ESQUECEMOS DO PASSADO
E DE TODA A LUTA SOCIALISTA
EM BUSCA DE UM COMUM PARA TODOS
A TERRA PROMETIDA
QUE MANAVA LEITE E MEL
MOISES O GRANDE LUTADOR
LIBERTOU COM DOR
O POVO DO REGIME DOS FARÁOS
E OUTROS EXEMPLOS IGUAIS
FICARAM REGISTRADOS 
POR GERAÇÕES E GERAÇÕES
NÃO PODEMOS AGORA
ABAIXAR AS GUARDAS
TEMOS QUE EMPUNHAR
AS NOSSAS ESPADAS
QUERO UMA QUALIDADE DE VIDA
OU UMA UTOPIA
DEPENDE DO QUE NÓS
ANDAMOS TRILHANDO
E NÓS QUE FAZEMOS 
PARTE DE UM POVO
DE UMA MASSA
QUE MOVEMOS AS FRONTEIRAS
PELO NOSSOS TRABALHOS
CONSTRUIMOS OS IMPÉRIOS
E NÃO TEMOS REINADO
O QUE FICARÁ JUSTIFICADO?
PODER E SOBERÂNIA
VIVER, NÃO É SÓ ALEGRIA
AGORA É...
PARAR E PERCEBER
O QUANTO EVOLUIMOS
OU SE FICAMOS ESTÁTICOS
NÃO SEJAMOS MÁGICOS
NEM MALUCOS
SÓ TEMOS OS DIREITOS
CONQUISTADOS
PELOS NOSSOS ANTEPASSADOS

POESIA 11

MEUS FILHOS

Os filhos que tive
São todos bem quistos
São três as meninas
Todas tão lindas!
Somente um menino
Tão lindo também!
De longe outro dia
Chegaram mais dois
Não são diferentes
São lindos também!
São todos meus filhos
São quatro meninas
Todas tão lindas!
São dois os meninos
Tão lindos também!

POESIA 12

Zeus
refestelado nas  nuvens do Olimpo
(o Olimpo todo ele transmutado em nuvem)

baba o néctar azedo
viciado na Ambrósia corrosiva

o séquito partido
cada um embotado
no seu museu de cera

rindo
embriagados
ao ver o homem
(pífio revoltado)
vivendo como o velho
Prometeu, acorrentado 

POESIA 13

Passagens a Beira do Rio 


Repousando ali sentado a beira,

Deleitado sob o chão perto do rio.

Águas insondáveis,

Olhos por entrelinhas,

Sentidos alcançados: 


Entreabertos...

Observantes... 


Vinha em meu pensamento,

Imagens ternas de outrora,

Contos vividos.

Amáveis e falaciosos,

Contagiados intimamente 


Escutava intimamente canções,

Orquestrado pelo som das águas,

Líricas e silhuetas harmoniosas.

Corrediças e inconfundíveis. 


Nudibliei aquele incansável soneto,

Inventado desde antes,

Passagens de estações,

Infindável nos últimos pensamentos. 


Esteve ali Heráclito,

Não o mesmo. 


Rio de ilusões,

Copioso... 

POESIA 14

Prófugos                 
 
 
Ah! Lúgubres porfias da alma
Ermos desastrosos da esperança;
Catástrofes melancólicas da vida,
Contravenções fantasmagóricas.
 
 
Ah! Amálgamas profiláticas 
Prófugos sonhadores dos tempos;
Somíticos herdeiros inconseqüentes,
Obnubilações contraditórias.
 
 
Ah! Resquícios onomatopéicos
Anfractuosidades sem precedentes;
Lexicografias intelectuais,
Sorumbáticas formas saudosistas.

POESIA 15

Calafrio
 
 
calafrio...
cala, consente...
derrepente, impunimente
a boca da gente deseja inconsequentemente
o mel que em sua boca habita
 
habilita meu desejo
me faz desalento,
ao tentar enteder
a profundidade de seu verbo
de seu pensamento
de sua tristeza...
 
que me corta o peito,
sem entender tanta beleza
e tanta ternura,
me faz terno
me faz veste,
pra cobrir de belos panos
o mensageiro que nos trará
o eterno...
 
me trás amargura,
a falta da doçura de sua boca
que a cada instante longe de você
me desanima, e que em pobres rimas
trago tanto quanto o pranto de criança
trago incerteza e esperança,
que até que eu te beije
serei triste infinitamente
por te amar terna, fraterna e eternamente...

POESIA 16

Apenas mais um 

Sou um homem médio 
De estatura média, 
compleição média, classe média, 
capacidade média, inteligência média 
medida pela sociedade média padrão. 
 
Vivo no meio do caminho, 
sou um arauto do quase. 
Tenho uma quase namorada, que quase me ama. 
Tenho quase amigos que quase se importam comigo. 
E quase sempre tento manter as coisas em ordem, 
embora quase sempre não consiga. 
Eu quase consigo amar. 
 
Sou homem comum, 
Daqueles que passam despercebidos na multidão, 
as vezes até mesmo quando sozinho. 
Minha família não me ama, gosta. 
Meus conhecidos não me gostam, simpatizam. 
Meus inimigos não me odeiam, desprezam. 
Também não me arrisco em aventuras desenfreadas 
nem desfruto da tranqüilidade dos pacatos. 
 
Cristo, que vida inútil! 
Vida que não é vida nem morte, 
vida que não consegue sequer ser não-vida. 
vida insensível, invariável, 
vida matando vida, vida matando tempo, 
apenas esperando seu enterro passar.

POESIA 17

MORTO

Estou louco
E ninguém vê
Atrás destas grades
sonhando com você

Estou morto
Atirado na estrada
E ninguém vê
Quando os abutres vêm me comer

Devoram com tanta vontade
Os meus restos
Que você não quis coser

Fazem gestos satisfeitos
São petiscos putrefeitos
Pena que não há
Nada para beber

Pois meu sangue
Aos goles
A terra sorveu
Seu dever você cumpriu
Me rezou uma missa
E no meu retrato cuspiu.

POESIA 18

A JORNADA DE RAMZA

RAMZA! Criatura mágica, Cavaleiro feroz
Enfrenta as Sombras, defende o seu Reino
O lugar que as Sombras querem destruir.

O Reino, agora, Negro, está vulnerável
Todos os Heróis de Athas morreram
Somente RAMZA pode libertar este lugar.

O império do Mal está em progressão
Em breve tomará conta de todo o Reino
Assim que as Sombras se instalarem para sempre.

O Reino precisa ser salvo muito em breve
Salva-lo da escuridão que é a escravidão
RAMZA tem pouco tempo, mas pode vencer.
   
Será uma jornada cheia de aventuras
Com longas viagens em busca do destino
RAMZA deverá demonstrar muita coragem.

Enfrentará os terríveis Zauraks
Terá que destruir os navios negros
E enfrentar um terrível monstro.

RAMZA terá consigo o destino do Reino
Athas nunca mais será o mesmo lugar
O pior, ou melhor ele será, para sempre.

Mas o mal deve ser extinto pela raiz
E RAMZA deverá ir até a ilha Negra
E destruir o núcleo; O Cavaleiro Negro.

Nesta ilha convivem grandes mistérios
E grandes seres do perigo eminente  
Que levam os corajosos até a morte.

Antes que chegue até a ilha Negra
O Senhor do Mal tentará afoga-lo
Irá arremessa-lo para a profundeza do mar.

Neste momento se fará valer da amizade
Diversos amigos que fará durante a luta
Estarão lá para salva-lo destes perigos.

Knob, o Zauraks, que inimigo, se fez amigo
O cavaleiro Nil um antigo Cruzado de Athas
Hub; o capitão Willian e os seus marujos.

O Mestre da Escuridão é muito esperto
Lançará mão de seu exercito de piratas
E travará duras batalhas contra RAMZA.

Em busca da liberdade de Athas
RAMZA e seus companheiros de guerra  
Estarão obtendo a libertação humana.

A vitória sobre as Sombras do mal
Trará luz onde hoje há escuridão
Valorizará a vida onde se valoriza a morte.

Heróis mágicos, sobre humanos
Os únicos capazes de cessar o destino
O caminho certo da total destruição.

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