7º Campeonato de poesias
( E N C E R R A D O )


POESIAS POR ORDEM DE CLASSIFICAÇÃO

C
Concorrente
Origem
Poesia
Pontuação
Chico Magrinelli Caxias do Sul RS Vinho Divino 52,0 Detalhe
CHUMES São Paulo SP Sol de inverno 49,5 Detalhe
Marcos Antônio Lima Santa Brígida BA Infância 49,5 Detalhe
Rosimeire Motta Piredda Vila Velha ES Sabedoria da natureza 43,0 Detalhe
Arlete Guimarães Belém PA Alternativa 37,0 Detalhe
Edas Lopes Jr. Vila Velha ES Acorda Bamba 19,0 Detalhe
Antonello Cultural Avaré SP História contada em três poemas / Mãe Natureza / 18,5 Detalhe
Idalina Bonfim Brasília DF Céu azul 17,5 Detalhe
Djanira Barros Recife PE Desencanto 9,0 Detalhe
10º
Paivinha Fortaleza CE As cordilheiras da paz 8,5 Detalhe
11º
Cabral Filho Rio de Janeiro RJ Canto Firmina 8,0 Detalhe
Leone Levi Rio de Janeiro RJ N(M)orte 8,0 Detalhe
13º
Leo Durval Recife PE Os Silêncios 6,5 Detalhe

POESIA 1

História contada em três poemas / Mãe Natureza /

I


Vão se as árvores

Vão se os pássaros

Com eles o canto

Que encanta meu dia

Que amanhece

Sem mais motivo de alegria


Querem silenciar

As florestas

Com as imensas

Torres de tijolos

Com elas se vão os sonhos

De correr pelo campo


De respirar um ar puro

Transformando-nos em prisioneiros

Do concreto

E do trabalho

Tudo abstrato!!!


II

O pequeno cachorro que late

Em pedido de ajuda

Percebendo os outros animais

Tristes pela partida

De suas velhas casas

Que hoje derrubadas


Para a construção do

Autoritarismo / terrorismo

E imperialismo

Ande não aceitar folhas

Secas pelo chão

Preferir ver destruição

E querer ter razão


III

Ô mãe natureza

Salve-se


Ô mãe natureza

Salve-se


Antes que amanheça

Salve-se

Antes do dia clarear

Aproveite a noite

Para esconder-se

Desses vilões


Salve-se

Antes que seja tarde

Deixe-nos

Pois continuamos

Sem saber o que fazemos


Conclusão

E depois ficou tudo tão escuro com a saída da mãe natureza que podemos ver o poder de nossa ambição.

topo

POESIA 2

As cordilheiras da paz

Nas esperanças sentidas, no salpicar das águas brilhantes,
Nossa vida é diamante, em cujas sensações devem ser inseridas.
Alegrias no verdejante da relva úmida brotando esperanças cintilantes,
De um ser altaneiro, dignificante que imanta esperanças auferidas.

No mais alto patamar das cordilheiras belas e alvissareiras, 
Onde a neve esbranquiçada torna o frio em calor esperançoso. 
De quem vive na ilusão, e na esperança de vivências altaneiras,
De cujo resultado seja um alado divino, esvoaçante e ditoso.

Sentimentos caridosos, fraternos no abraçar do elo da cristandade,
No evolver das carícias e dos afagos ao divino menino que irá chegar,
Trazendo esperanças, bonanças para os carentes, tristes de saudades.

Mas, alegres de venturas, pois conclamam por uma vida altaneira,
Esse é o porte forte, medianeiro de relances e subsídios de clamor.
Jesus é o amor, a realidade da vida que trouxe ao mundo a alegria verdadeira.

topo

 

POESIA 3

Sol de inverno

O sol de inverno se refletia
Na parede espelhada do prédio
Espalhando-se em diferentes cores
E a tarde assim corria
Quente e fria - morna, em tédio
No sobe e desce dos elevadores

O sol minha janela iluminava
E dentro de mim despertava
Uma vontade de reencontrar velhos amigos
Revisitar “lugares antigos”
Reviver velhos amores
Recordar certos desamores

Sol, o povo, os carros indo e vindo
Compunham uma bela pintura
O sol de inverno, tão lindo
Trouxe-me alegria e amargura.

topo

POESIA 4

Canto Firmina

Eu nunca fui a Cuman,
nas pegadas de Firmina,
nunca fui sentir a brisa
assim que o dia termina,

colher mensagens de amor,
trocar carícias ardentes,
tostar a pele com chamas
e lufadas de calor.

Eu nunca fui a Cuman,
atrás da mulher sonhada,
que faz daquelas areias
seu Reino de Caliban,

nunca fui chupar a uva,
sorver seu caldo na língua,
ouvir sussurros de Tétis
buscando seu Posseidon,

mas juro aos pés de Firmina,
para que Apolo não caia,
eu mergulho em suas águas
sem nunca morrer na praia.

topo

POESIA 5

Céu azul

Marinheira de mim...
Velas soltas,
Mar aberto,
Seguindo estrelas...
Coração desgovernado...
Como pássaro
Em busca de víveres
Em cada porto...
Peito aberto...
Recebendo chuva
Nesse incauto verão,
Desta vida...
Que sacode...
Que embala...
Adoçando a viagem...!

topo

POESIA 6

Os Silêncios

Em presença de um silêncio
Revigoro sons trajetados
Imagináveis pelo acaso
Por visões líricas
Articuladas sutilmente.
Revivo momentos oportunos
Exorcizo o ócio irracional
Versificados em sinais
Pelos modos despercebidos
Em vista de razões
Amorosas canções traduzidas
Suspiro versos harmoniosos.
Sem lamentos impertinentes
Adormeço acordado
Pensamentos...
Ludibriado palavras.
Em silêncio presencio
As buscas imanentes
Vinculadas ao transcendente
A meditação projetada
Plenificadas em instantes
Num Cântico composto pelo ar.
Materializo vontades
Interajo noções afetivas
Paraliso privilégios
Perto de mim:
Averiguo meus sentidos
Orquestro o meu pensar.
Em baixo do Baobá
Na sombra do silêncio
No momento do instante
Respirando o perfume
Pelas flores ao redor
Na sintonia natural
Qual sombra centenárias.
Deleitado sob a grama
Inspirado no diálogo
Relembrei os pensadores
Meiêticas reveladas.
Plantei sinais esperançosos
Motivado por noções
Irrigado em leves colóquios
Descansado...
Viajante pelo tempo
Retorno em meu prazer
Despertado no meu verso
Inspirado pelo vôo dos pássaros.
Pelos mundos imaginados
Transcrevo em minha memória
Ações universais
Vozes de temperança.
Em meu silêncio
Exploro as emoções contraídas
Visualizo ternos horizontes
Pelas vistas...
Cortejadas em espaços.
Transmiti em um amor
Pelos nomes que achei
Chamados por ela
Um sentimento trabalhado.
Senti em silêncio
O sonho em mim existente
Pelos atos...
Sem restrições...
Revividos sentimentalmente
Animados no ego.
Reservado eu busquei
Preservado constantemente
Entronizado fiquei Na existência...
Morada da alma.
Entrei no meu íntimo
Guiado pela paixão
Aconselhado notoriamente
Caçado em local.
Existi naquela história
Ocultado no olhar
Perdoado...
Aberto a novas maneiras
Mistificado pela contemporaneidade
Um vício:
Pelo fato.
Imaginei minha versão
Lamentado nunca mais.
Pelos limites
Priorizei ramificações livres
Escondidos...
Na profunda evasão.
Pela contemplação
Avistei por entre limiares
O extremo notado
Sem detalhes
Futuros conselhos.
Confortei os maus desejos
Pluralizei recados
Vestígios...
Dirigidas vontades
Marcadas.
Maximizei mudanças
Ampliei verdades.
Não desviei em silêncio
Transladando-me em algo
Vastos pensares
Espelhado conhecido a mim mesmo
Sem adversos.
Surgiram outras composições
Totais exigências
Longadoros argumentos
Et cetera...
Comigo sem transtornos
Contrapondo obscuridades.
Últimos detalhes
Simples gostos provenientes
Gesticulados em mente
Pré-estabelecidos
Alguma força estranha
Coisas que são
Estive na vontade.
Despertei temporalmente
Pelas vozes longínquas
Pela tarde
Em fim alcancei
A mais presente reflexão
No silêncio em mim
Verificado oriundamente.

topo

POESIA 7

Sabedoria da natureza

Não compreendi quando o vento começou a soprar do mar.
Com velocidade empurrava as águas sobre as areias continuamente.
Eu e minha sombra sentimos a ventania cessar
e vimos às ondas diminuírem, e escaparem da zona de geração.
Elas mantinham sua trajetória
mesmo fora da área de ação do ar.
Ah! Notei a tristeza e a angustia que a maré aprisionava dentro de si,
lançando tudo para longe!
Na praia havia paz porque não se permitia guardar rancor.
O coração estava vazio de ressentimentos.
A minh'alma aprendeu a lição.
Fiquei observando a quietude da paisagem.
E a opressão que havia em mim, foi-se com a brisa.
Com as mãos na cintura,
admirava a sabedoria da natureza!

topo

POESIA 8

Vinho Divino

Vejo-te vinho,
Vinho te vejo.
Te adoro, te quero,
Te cheiro, te beijo.
Teu aroma me encanta,
Me faz salivar.
Tua cor contagia,
Me convida a brindar.
Teu sabor me alegra,
Me deixa a pensar.
Afloras verdades,
Por ti vou falar.
Nasceste da terra,
Em forma de grão.
Regaste orgias,
Tornaste vilão.
Como sangue divino,
Ficaste imortal.
És fonte de vida,
És cura do mal.
Ao fim da jornada,
Não vais me deixar.
Lave minh’alma,
Pra Baco levar.

topo

POESIA 9

Desencanto

Eu nasci e cresci amando a vida
Vendo o sol clarear ao amanhecer
E à noite ver a imagem esmaecida
Da lua atrás da serra se esconder
Eu vivi uma infância bem vivida
Entre flores e frutos vi crescer
A pitangueira bela e colorida
E entre seus galhos pardais vi nascer
Enfim cresci foi este o grande mal
Pelo mundo troquei o meu quintal
Onde aprendi a amar e ser amada
E deste mundo de cá, estranho e mudo
Onde cheguei acreditando em tudo
Hoje me vou sem acreditar em nada

topo

POESIA 10

Acorda Bamba

Acorda bamba
Vai pro samba
Que o surdo já anunciou
Troca o paletó
Recoloca o palheta
Lustra o verniz
Sem mais etiqueta
Na corda bamba
Pede ao fiador

Acorda bamba
Que o baile começou
Da cor da banda
Pede um quente
Toma num só gole
Começa a deslizar
De cor a banda
Segue numa quente
Pisa num pé mole
Tropeça o calcanhar

Acorda bamba
Perde um dente
Toma uma venosa
Vai pra casa deitar

Acorda bamba
Que amanhã é dia de trabalhar!

topo

POESIA 11

Alternativa

Ao meu redor

livros

papeis

revistas

artigos impressos

da internet

E música

Todo tempo

Minha sala

nada convencional

é bem alternativa

O senso comum

se espanta

com a vida

ao meu redor

topo

POESIA 12

N(M)orte

Olho as esquinas dos becos
Medo do incerto
Como temer a chuva em céu aberto
Como andar sem medo
Em dias tão obscuros...
“Viver já é um absurdo”
Soava feito poema dos lábios de mamãe
Soava como o vento do Norte,
como a brisa do mar
Mamãe não teve sorte
Foi forte feito ar
Alçar voo sem rumo, pensei
E assim foram meus dias
Havia em mim o verso, o Norte
O corte guiado pela brisa
O fardo Levado no prumo
Da navalha vida
Assim retorno ao beco
Ao mesmo beco da tenra infância
Caminho apertado,
curral de gente,
depósito de esperanças
E o tempo estanca espantado
Como aquele espantalho
À espera do corvo
Consciente, soberano
Absorto.

topo

POESIA 13

Infância

Repaginando as reminiscências na linha do cerol
Deparo-me com um passado varonil.
Que de mim fugiu, como um peixe do anzol

Vem-me então, no presente a saudade pueril
Fragmentos de profunda comoção
Pendurada num prego torto e enferrujado

A Nostalgia dos binóculos
Retratava o cinema mudo
Mudo como senti o amor
Visto em preto e branco
Mas preto e branco que a condor

Saudade da criança saltitante feito pipoca
Saudade da pipoqueira que sumiu
Evolando-se em nuvens infantes que toca
No senso da tradição que se extinguiu

Saudade do rouba bandeira
Do pega ladrão, ximbra e pinhão
Do carrinho de velocidade rolimã
Correndo em força eletromotriz

Nostálgica é perene náusea de mar
Feito criança verde e feliz
A saudade de um tempo em que sorri
Diferente deste de hoje, que me ver chorar

topo

POESIA 1: História contada em três poemas / Mãe Natureza /

Detalhe da pontuação

Joana D'Arc - Morrinhos CE
Nota: 9
Um conteúdo bem atual. Esse conteúdo ataca principalmente o descaso com a natureza, a destruição e o avanço da urbanização. Traz conflitos mundiais como a ambição e o poder. Não temos muitas rimas e nem o ritmo, contudo sua poesia apresenta-se com temas relevantes, apelativo e uma forma de denúncia . Temos aspectos como a personificação "Querem silenciar as florestas". Muito bom!

Site do Escritor
Nota: 9,5
Poesia bem interessante, que aborda um problema tão atual. A natureza realmente precisa de mais defensores. São três poemas em um; creio que poderiam estar mais conectados entre si. As ideias estão bem claras ao meu entender. Árvores que são cortadas afugentam os animais para longe, até não terem mais para onde ir. A ambição humana que não para de destruir inconsequentemente a natureza para construir o patrimônio financeiro. A substituição de velhas casas com quintais, por grandes prédios com toda a área cimentada. Um pedido para que a própria natureza volte-se contra o agressor, já que para um simples poeta é impossível interceder. Por fim, a triste constatação do fim da natureza e o mundo sombrio que resta à gananciosa raça humana. Uma poesia que só não atinge a pontuação máxima por não ser das mais originais, muito já foi dito sobre este problema, e de forma semelhante. O autor está de parabéns pela bela criação.

CHUMES - São Paulo SP
Tema atual contido em 03 poemas, que prefiro chamar de 03 movimentos como em uma peça de musica clássica. Reflete o ocorrido antes com metropolis e agora até em cidades menores: a especulação imobiliária e verticalização dos espaços urbanos e rurais muito bem descrito nessa poesia. Sinto isso na carne todo dia aqui em São Paulo onde somem os terrenos, o verde e brotam prédios e condomínios.

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
Geralmente uma poesia longa é enfadonha, mas o autor escreveu uma poesia reflexiva, que transmite significados nas entrelinhas dos versos.

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
Belo poema e com tema atual. O Poeta encarnou lamentações da mãe natureza.

Arlete Guimarães - Belém PA
Todas as poesias citadas se reportam a temas que me inspiram.

topo

POESIA 2: As cordilheiras da paz

Detalhe da pontuação

Site do Escritor
Nota: 8,5
Muito bem feita, nos moldes das poesias mais clássicas de nossa literatura. O problema deste tipo de poesia é a dificuldade que apresenta para o entendimento do leitor. A associação da natureza à sensação de paz é clara, os elementos da natureza relacionados aos dos sentimentos também. Há uma certa dificuldade em fazer a ligação lógica entre as diversas estrofes. O uso de palavras pouco habituais pode ser bom, se pensarmos na riqueza literária, mas é ruim, se pensarmos que muito poucos conseguirão compreender completamente o texto. Não pretendo criticar o uso de vocabulário refinado, mas nos dias atuais, onde a grande maioria das pessoas tem muito pouco tempo para se dedicar a leitura, o conhecimento cultural geral cai muito em qualidade. As pessoas começam a ler, e largam, se tiverem que consultar o dicionário para entender o que está escrito.

CHUMES - São Paulo SP
Pelo que entendi a mensagem discorre sobre o sentimento de que Jesus virá, emanado do alto de uma cordilheira que é comparada a vida e portanto traz um sentimento de paz.

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
A mensagem da poesia é clara, mas as palavras utilizadas fazem com que o leitor se esforce para ler até o final.

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
Poema com fundo religioso que embora bem escrito não me cativou.

Arlete Guimarães - Belém PA
Todas as poesias citadas se reportam a temas que me inspiram.

topo

POESIA 3: Sol de inverno

Detalhe da pontuação

Joana D'Arc - Morrinhos CE
Nota: 9,5
Na sua poesia encontra-se um conteúdo que retrata as questões do dia a dia associadas ao sol que ilumina. Desse sol você tem lembranças.Temos rimas alternadas e paralelas.

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
Nota: 6,0
A estrutura é bonita, mas faltou um toque poético, embora o que parece poético para uma pessoa nem sempre é para outra, haja vista que cada um de nós é dotado de diferentes níveis de percepção.

Marcos Antônio Lima - Santa Brigida BA
Nota: 8,0
A vida passando diante da janela de um apartamento. A visão poética é belíssima.

Arlete Guimarães - Belém PA
Nota: 10,0
Todas as poesias citadas se reportam a temas que me inspiram. 10 para cada uma.

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
Nota: 7,0
O poema é urbano demais para ser romântico e me remete a selva de pedra das cidades.

Site do Escritor
Nota: 9,0
Simples e direta. Um assunto calejado. Flui a leitura com facilidade. Seu conteúdo toca as pessoas com experiência na massante vida urbana. Trata da situação de paralisia que incomoda a todos os que pelejam diariamente numa rotina repetitiva e sem emoção. Pessoas que sonham retomar o passado juvenil, ou almejam um futuro mais emocionante do que o presente desbotado, assim como apresenta o sol de inverno, clareia, mas não esquenta. A pessoa atual vive, mas não sente. Não é uma poesia que soa original, mas já disse um grande poeta; “e quais são as palavras que nunca são ditas?”. Uma única colocação quanto a construção gramatical: “O sol de inverno se refletia”. Creio que “O sol de inverno refletia” fica mais fluente, sem perder a alma do sentido da frase. Não causa impacto, pois é uma poesia que flui como um rio lento e constante. Parabéns pela criação.

topo

POESIA 4: Canto Firmina

Detalhe da pontuação

Site do Escritor
Nota: 8,0
Poesia de leitura fluente. De significado difícil. Uma poesia bem escrita e bem pessoal. Relaciona o tempo atual aos tempos mitológicos. Palavras brilhantemente escolhidas. Relacionamento bastante complexo. Tudo indica ser uma praia que o envolve. Pode ser que mais alguém também o envolva. Muitas termos a serem pesquisados; Cuman, Firmina, Caliban, Tétis, Posseidon, Apolo... O que tem haver? Necessário estudar. O leitor dificilmente o fará. Bato na mesma tecla, é bonito de se ler, mas não é bom de entender. Hoje, quem lê, quer entender. E como são poucos os que leem. Então volto a dizer; poesia bem pessoal. Só o autor poderá esclarecer o que quis dizer. Quanto a nós... O leitor irá entender como queira. Por mim, estou numa praia, envolvido por todo tipo de reino e entidade que uma praia, um mar, a areia, a mata, a água, e todo esse conjunto representa. Bela poesia. O escritor é ótimo, mas penso que a poesia atual tem que ser mais direta para o entendimento do leitor.

CHUMES - São Paulo SP
A poesia nos faz viajar sentindo o cheiro do sal do mar, o sol brilhando e vendo o brilho da areia refletida pelo mesmo sol, além de uma viagem mediterrãnea para a mitologia, parabéns!

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
Nesta poesia faltou uma pitada de emoção. A poesia tem sua beleza em encantar quem lê, emocionar.

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
Gosto de poesias simples que ficam para serem recitadas. É a pura expressão da alma.

Arlete Guimarães - Belém PA
Todas as poesias citadas se reportam a temas que me inspiram.

topo

POESIA 5: Céu azul

Detalhe da pontuação

Joana D'Arc - Morrinhos CE
Nota: 9,5
Nessa poesia você faz uma alusão de uma viagem em um barco com os seus sentimento ou do seu percurso na vida. Você colocou muitas reticências que dar a poesia um caráter emocional. Não temos muitas rimas, contudo temos uma poesia simples e com palavras que podem expressar muitas coisas. Parabéns.

Site do Escritor
Nota: 8,0
Poesia simples, de fácil entendimento. Versa sobre a vida e a força de cada um em ser o principal ator de sua própria caminhada. Penso que poderia ser um pouco mais burilada, mas refinada. Se está seguindo estrelas, o coração não está tão desgovernado assim. Caso contrário não conseguiria chegar em um novo porto para seguir emocionando-se com a vida. A ideia do texto é bem clara. A originalidade não. Poesias de mar e marinheiro são marcantes na língua portuguesa. Sendo assim, não é uma poesia atual, poucos são os marinheiros. Hoje, o ambiente poderia ser um carro, um ônibus, um trem, uma bicicleta, ou mesmo um solitário andador. Poesia justa, sem erros. Talvez um uso exagerado de reticencias. Quem lê gosta do que lê, mas não causa nenhum impacto. A impressão de que já li isso antes é a que fica, e isso não é bom para uma nova poesia. Parabéns ao escritor pela sensibilidade. Tente usar elementos atuais e verá que ficará excelente.

CHUMES - São Paulo SP
Uma parte da avaliação que fiz para a poesia 4 vale para essa poesia. Uma viagem de verão pelo mar, céu azul, a linha do horizonte, o porto, cheiro de maresia, areia, gaivotas, mudanças de tempo, senti-me bem como quando ouço aquela musica "Sailing".

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
Parabéns pelas metáforas bem empregadas! O tema central parece ser *coração desgovernado. Faltou expressar-se melhor na finalização da poesia.

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
Poema que evoca vida simples e liberdade.

Arlete Guimarães - Belém PA
Meu estilo. Gostei demais. Tempo, Natureza, Ambiente o subjetivo Temas maravilhosos para se abordar.

Marcos Antônio Lima - Santa Brigida BA
O eu lirico impregnado nas beleza dos versos.

topo

POESIA 6: Os Silêncios

Detalhe da pontuação

Site do Escritor
Nota: 6,5
Versa sobre o imenso barulho interior que revela o silêncio exterior. Uma poesia extremamente complexa, longa e pessoal. Não é de leitura corrente, as palavras não são conectadas de forma a facilitar a leitura. Em muitos momentos há a dificuldade de fazer a ligação entre os diversos versos. É inegável a qualidade do autor. A impressão que dá é a de que o autor escreveu o poema em um impulso só, aproveitando o momento de inspiração. A poesia poderia ser mais burilada, dividida em partes devido ao seu tamanho. A ideia de trabalhar o silêncio é boa. Embora já usada por diversas vezes, tem um ar continuo de novidade. E bom também o trabalho de emoções interiores. A mente humana é certamente a área menos conhecida de nosso maravilhoso organismo. Quanto a forma, não houve grandes novidades, talvez por isso não tenha causado o impacto que pretendia. O autor deve continuar nesta linha, chegará a uma primorosa poesia brevemente.

CHUMES - São Paulo SP
Poesia um tanto longa e introspectiva discorre sobre pensamentos/reflexões/conclusões do autor sobre fatos ocorridos com o mesmo.

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
Geralmente uma poesia longa é enfadonha. O leitor esforça-se para chegar ao fim, mas às vezes, desiste no meio do caminho.

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
Poema longo demais. Penso que ideias resumidas são mais criativas.

Arlete Guimarães - Belém PA
As dos colegas são excelentes.

topo

POESIA 7: Sabedoria da natureza

Detalhe da pontuação

CHUMES - São Paulo SP
Nota: 9,5
Outra belíssima mensagem sobre a natureza que somente aos poetas é permitido extrair e divulgar. Muito bonito e lírico. Parabens!

Arlete Guimarães - Belém PA
Nota: 10,0
Todas as poesias citadas se reportam a temas que me inspiram. 10 para cada uma.

Marcos Antônio Lima - Santa Brigida BA
Nota: 7,0

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
Nota: 8,0
Não me inspirou, embora seja bem elaborada.

Site do Escritor
Nota: 8,5
Gostosa de ler e de sentir. A leitura flui tranquila, assim como o seu entendimento. Trata das coisas do coração, da dificuldade do ser humano em aceitar as coisas como elas são. A natureza é cheia de idas e vindas, assim como a nossa própria vida. Há momentos de tristeza e de angustia, mas o tempo segue e muda tudo de lugar. É certo que chegará a hora de festejar. A poesia é clara, embora trate de assunto já muitas vezes abordados. É correta, embora não se preocupe com a exploração dos variados recursos poéticos. Não é de causar impacto, embora seja uma daquelas poesias que nos identificamos e nos agrada ler. Penso que a autora tem notória sensibilidade. Criativa e sensível. Resta aperfeiçoar um pouco mais os recursos poéticos, mas não perca a singileza que é a sua marca maior de qualificação. Continue praticando e agradando os seus leitores, Todos nó merecemos textos de poetas sensíveis e talentosos como você.

topo

POESIA 8: Vinho Divino

Detalhe da pontuação

CHUMES - São Paulo SP
Nota: 9,5
Tema original e delicioso (hmmm), ao le-la lembro-me de vinhos que degustei na região vinícola do Rio grande do Sul servidos por lindas gurias em trajes típicos e o posterior caminhar pelas parreiras, além do sentimento de aconchego proporcionado por um (apenas um, hein?) copo de vinho em uma noite fria de inverno, tabua de queijos e frios, boa conversa e boa musica (Beatles- Rubber Soul).

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
Nota: 5,0
Poesia com estrutura correta, mas faltou um toque de ¨emoção”. Ao terminar de ler, parece que ficou faltando alguma coisa.

Arlete Guimarães - Belém PA
Nota: 10,0
Todas as poesias citadas se reportam a temas que me inspiram. 10 para cada uma.

Lucia Helena Victorino - Blumenau SC
Nota: 10
Poesia tao deliciosa quanto degustar os Divinos vinhos" um brinde ao divino vinho e ao lindo poema.

Site do Escritor
Nota: 9,5
Muito interessante, criativa e original. Ideia clara. O vinho que bebo com prazer. Sua história, seus momentos de vilão, e também os de bonzinho. Sinônimo de fertilidade, as vezes no exagero nos leva até a orgia. A leitura flui leve e solta, assim como o vinho nos faz levitar e um fácil sorriso revelar. Hoje já se sabe, sem exageros, mal não há. Pelo contrário, faz nosso sangue pulsar, e os perigos coronários diminuírem. Texto correto e bastante poético. Causa empatia, mas por sua leveza não nos leva ao impacto. O poeta, nem precisa dizer, adorador do vinho, e que sorte, vive na terra do vinho. Esta poesia poderia tranquilamente estar no rótulo de uma garrafa para esta santa bebida homenagear. Há os que não gostam do vinho, e por consequência, da poesia também não irão gostar. O que há de se fazer? Brindar! Aos que gostam e aos que não, pois independente do alcool, temos aqui uma bonita poesia. Parabéns!

Marcos Antônio Lima - Santa Brigida BA
Nota: 8,0

Joana D'Arc - Morrinhos CE
Nota: 9,5
Você retrata em sua poesia a beleza dos vinhos, o seu gosto por eles com rimas e um bom ritmo. com palavras simples e que dão a poesia um tom prazeroso na leitura. Parabéns.

Lucimara Cabral - Caxias do Sul RS
Nota: 9

Filippo Rech Toigo - Caxias do Sul RS
Nota: 10

Fabiano Ramos Toigo - Caxias do Sul RS
Nota: 10

Priscila Cabral - Caxias do Sul RS
Nota: 10

Carlos Roberto - Florianópolis SC
Nota: 10

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
Nota: 9,5
O poema retrata toda a história do vinho. Muito lindo. Não faço parte do circulo do site do escritor, mas é impossível ver alguém dar nota mínima para este belo poema.

topo

POESIA 9: Desencanto

Detalhe da pontuação

Site do Escritor
Nota: 9,0
Uma bela e triste poesia. Infelizmente não podemos ficar para sempre no aconchego de nosso lar doce lar. Infelizmente não podemos evitar que fiquemos adultos e por consequência entremos em contato com a dureza da vida exterior. É uma poesia de ideia clara e nua, pois tira a mascara do tudo bem e expõe a tristeza humana. Não é original, nem criativa, mas é real, e o real choca, nos faz pensar, ou... ignorar... Correta, flui cadenciada em sua fácil leitura. É poética, sem usar palavras soberbas ou formatos exóticos. Não causa empatia, nem impacto, mas traz um silêncio no coração ao final da leitura, e nos faz lembrar do quintal que também deixamos um dia, para nos tornarmos esse ser de aço, pouco capaz de dar um abraço. Uma bela poesia, que não gostaria de ter lido, que gostaria que não tivesse existido, porque a sua ausência representaria um mundo melhor. Poesia é isso, revela o bom, e o mal. Parabéns!

CHUMES - São Paulo SP
A primeira de 02 poesias descrevendo a transação infãncia / adulto que me fez lembrar desse período de maneira pungente e lírica, senti-me exatamente como o autor ainda mais que passei pelas mesmas experiências.

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
Parabéns! Em poucas palavras expressou todo um sentimento de desencanto, mas foi escrito de maneira poética que nos transmite a sensação que veio do fundo do seu coração!

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
A poetisa soube em pouca palavras valorizar a infância o que muitos fazem mas não descrevem.

Arlete Guimarães - Belém PA
Temas sobre a vida e a existencia são geniais. Parabéns!

topo

POESIA 10: Acorda Bamba

Detalhe da pontuação

Rosiane Lustosa Barreto - Vitória ES
Nota: 10
Adorei! Quando li, deu vontade de dançar... Consigo imaginar como ficaria como letra de um samba no pé! Sucesso na certa! Parabéns Edas Jr.

Site do Escritor
Nota: 9,0
Muito bem escrita, ritmada como um samba. Nos remete a velha guarda, o bom e velho malandro.Não sou carioca, nem sou do samba, e isso tudo me parece exagerado, um pouco fora do tempo e do espaço. Uma poesia dos anos setenta, do ziriguidum, do obaoba. Me lembrei das antigas escolas de samba, das negras dançantes, dos pandeiros girando sob suas coxas. A poesia é bonita, mas embora alegre, para mim é triste. O cabra termina desdentado. Vai trabalhar mesmo de ressaca. Não sei se isso é coisa boa para se homenagear. Acho que passou, o Brasil, se não mudou, precisa mudar. E só vai mudar se as pessoas mudarem, isso tudo é muito caro pelo prazer de apenas algumas horas de diversão. Então vem bem a exclamação: Acorda Bamba! Parabéns ao autor pela sensibilidade e utilização das coisas da nossa terra. Das coisas do nosso mundo. Essa poesia hoje poderia ser no funk, quase não precisa mudar.

Sergio Black - Vila Velha ES
Nota: 10
Acorda bamba, na corda bamba!

Jether Feitoda - Cariacica ES
Nota: 10
Poesia muito atual que retrata a realidade de boa parte da população brasileira, além de brincar com as palavras. Muito boa mesmo!

Bruno Lovatti - Vila Velha ES
Nota: 10
Muito bom.

Victor Lopes - Espírito Santo
Nota: 10
Sensacional.

Ana Cláudia Lopes - Vila Velha ES
Nota: 10
Muito bonita e com um jogo de palavras interessante.

CHUMES - São Paulo SP
Meu amigo, você é um novo Noel Rosa, conseguiu em pleno século XXI ressuscitar a alma do malandro romântico e boemio sem perder a autenticidade e sintonia com a época atual.

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
A poesia tem ritmo, que faz lembra algo como um pandeiro, bem animada. Talvez o autor quisesse dar um tom cômico, mas ao concluir a leitura da poesia o leitor fica esperando algo mais... e pensa – O que ele quis dizer com esta poesia? Cuidado com as metáforas, mal empregadas (Que o surdo já anunciou???).

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
Quase um samba enredo. Gostei.

Arlete Guimarães - Belém PA
Todas as poesias citadas se reportam a temas que me inspiram.

topo

POESIA 11: Alternativa

Detalhe da pontuação

CHUMES - São Paulo SP
Nota: 10,0
Minha cara, você arrasou! Adorei! Ousou na medida certa, criatividade a mil! Gosto quando o poeta exprime o sentimento acima das regras de métrica, linguagem rebuscada, padrões ultrapassados. Quando consegue fazer as duas coisas, tudo bem... Mas no seu caso amei o tema, a poesia, a linguagem simples e direta. Obra prima original, parabéns!

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
Nota: 5,0
Poesia compreensível. Compreendi o texto, mas então onde está a poesia? Ao concluir a leitura parece que ficou inacabada, faltou dizer mais alguma coisa ao finalizar ¨O senso comum se espanta com a vida ao meu redor¨. Talvez faltem palavras mais poéticas...

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
Nota: 7,0
O tema é bom, imaginei a cena mas as palavras poderia me inspirar mais.

Marcos Antônio Lima - Santa Brigida BA
Nota: 7,0

Site do Escritor
Nota: 8,0
Coisa séria é perceber que artigos culturais são ligados a um modo de vida alternativo. A internet trouxe uma coisa bem ruim, o imediatismo. Ninguém mais consome cultura por completo, somente de forma fragmentada, e isto faz perder muitas vezes a essência da criação. Parabéns pela sensibilidade de perceber o quanto nós consumidores de cultura, e ainda mais sendo escritores, nos tornamos et's para a sociedade moderna. Daqui a pouco estaremos fundando um grupo “esotérico” de amantes da literatura. Não é uma poesia cuja leitura flui solta. As palavras parecem estar meio perdidas. O trecho “artigos impressos” e “da internet”, ficou estranho separado. Sei que foi proposital quanto a forma, mas creio que poderia ser um pouco mais trabalhada, mesmo neste jogo de palavras soltas, como fragmentos, partes de um grande quadro. Parabéns ao autor e continue assim, criativo.

topo

POESIA 12: N(M)orte

Detalhe da pontuação

Site do Escritor
Nota: 8,0
Uma poesia um tanto complexa. A ausência da mãe foi precoce. O medo da vida parece agora bem forte. Em cada beco um perigo eminente. Mais um na multidão que a vida impunemente vai engolindo. Mais um na vida de gado, mas este não parece tão feliz. É reflexo do que realmente ocorre. Já não há mais tanto gado feliz. O que ocorre, é que todo esse gado ainda não sabe, não descobriu onde está o caminho para finalmente se sentir feliz. O tema abordado é bem calejado, mas tem que ser assim, até acharmos o caminho que nos tire desse curral. Um texto correto, que flui sem entraves. Não explora muitos recursos poéticos, e nem é necessário, pois o tema exige que seja cru e nu. Não causa empatia, pois nos remete a coisas tristes. Não causa impacto, pois todos nós já sabemos que não passamos de gado, marcado, mas não mais feliz. Parabéns ao autor pela composição. Continue assim , muito talento.

CHUMES - São Paulo SP
Poesia bem construída sobre tema pesado, sucessão de imagens dando margem a interpretações profundas sobre o sentimento do personagem e suas ações e reflexões diante da situação apresentada.

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
Sinceramente não sou critica literária e possivelmente não estou fazendo uma avaliação cem por cento correta, mas segundo a minha visão como leitora o que sinto ao ler esta poesia, é que faltou dizer alguma coisa. Não sei explicar, mas algo não soou bem.

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
De difícil o entendimento da mente do poeta.

Arlete Guimarães - Belém PA
As dos colegas são excelentes.

topo

POESIA 13: Infância

Detalhe da pontuação

CHUMES - São Paulo SP
Nota: 9,0
A segunda de 02 poesias que aludem ao periodo de nostalgia pela transição infância / adulto. Repito que me senti como o autor pois passei pelas mesmas experiências.Poesia lírica e bem construída com sentimento.

Rosimeire Motta Piredda - Vila Velha ES
Nota: 5,0
Como se lê uma poesia? Ao começar a deslizar os olhos no texto, concentre-se com o coração, sinta o que ele está dizendo, o que está sentindo, se o seu coração permanecer frio, sem nada para dizer, então o que você está lendo, não é poesia. A poesia tem a ver com a sensibilidade, que entra em contato com nossa alma e nos deixa encantados com a sua mensagem. Assim, esta poesia esta corretamente escrita, mas faltou usar palavras mais poéticas...

Arlete Guimarães - Belém PA
Nota: 10,0
Todas as poesias citadas se reportam a temas que me inspiram. 10 para cada uma.

Site do Escritor
Nota: 9,0
Mais uma poesia na moda clássica. Palavras menos usuais. Termos quase pessoais. A ideia é clara. Mais um que lamenta o paraíso perdido. Todos nós somos assim. As vezes me pergunto por que o mundo adulto é tão cheio de desamor, apesar de quase todos alardearem que bom mesmo era no tempo que eram protegidos e inocentes. Que fenômeno é este que nos tira do bom viver para o mal viver? Se todos nós eramos bons, porque ficamos ruins? Esta poesia usa muitos recursos poéticos. É correta e fluente. O autor demonstra grande conhecimento literário. A ideia não é original, quase todos escrevem sobre a infância e as coisas que faziam. Está ótima. Creio que no último verso houve um erro de digitação. “que me ver chorar” deve ser “que me vê chorar”. E aproveitando este verso. Não chore meu camarada. A vida tem beleza em todas as etapas. Busque o belo de cada uma delas. Sei que é difícil, mas quando a gente é criança também sofre, e nunca para de rir.

Chico Magrinelli - Caxias do Sul RS
Nota: 7,5
Bom tema, penso que a infância sempre é um poema.

Maria Lucilene dos Santos - Santa Brígida BA
Nota: 9,0
Fui arrematada nas reminiscências deste lindo poema.

Claudio Pereira Lima - Santa Brígida BA
Nota: 9,0
Recordações da infância que me comoveram.

topo