CRÔNICA

No dia da mãe, é bom recordar: uma mãe, como poucas

Autor: Humberto Pinho da Silva
Contato: humbertopinhodasilva@gmail.com

Genciana é a caçulinha querida de velho e austero médico do interior. É ainda adolescente. Adolescente, robusta e fogosa. O rosto, é trigueiro; a pele: macia e sedosa. Mudara-se, recentemente, para os subúrbios, para casa bem construída e bem espaçosa. O pai, jaz no leito, vítima de doença, que não costuma perdoar. Estirado na cama, o velho médico, é um homem triste, desolado. A barba escurece-lhe e azula-lhe as faces amarelecidas. Desanimada, a mulher, olha-o angustiada. Está compungida. O doente parece dormir, mas pressentindo gente, descerra levemente as pálpebras envelhecidas. Circunvaga, desalentado, a vista pelo quarto, que permanece em repousante penumbra, e, volvendo os olhos embaciados, para a esposa, numa expressão dolorosa, profere apagado e triste sussurro: - “ O que será de meus filhos! … Meu Deus! … Tão novos! … e tão desamparados! …” A mulher consola-o. Incute-lhe animo. No íntimo, sabe, que é caso quase perdido. Só um milagre…mas milagres raramente acontecem…
Está desolada. Receia ficar só, com um ranchinho de filhos…Ela, que sempre se apoiou no marido, encontra-se na iminência de ficar com escassa pensão, e rendimentos de poucos bens herdados. Genciana pressente o drama, mas pensa, confia – confia em quê?!Nem ela sabe em quê, - que o pai seja imortal. Está feliz: tem casa nova e tem quarto novo, que reparte com a irmã. Genciana tem um primo. O primo Alberto. É um jovem tímido, de olhar vago e triste. Seus olhos castanhos, fulgem, quando está com ela… Vive longe, muito longe, no litoral; por isso, raras vezes se encontram, raras vezes se veem. Este Verão, estando de férias, foi visitar o primo doente, que tanto estima, e tanto o estima. Genciana recebeu-o, com os belos olhos castanhos, radiantes de júbilo. Terminada a curta visita, ao enfermo, ela logo o segura pela mão. E de mãos enlaçadas, como duas crianças, ambos, galgam, dois a dois, os degraus da escada de madeira, que dão acesso ao andar superior.
Penetram num quarto sombrio, mergulhado em silêncio, onde há duas camas de ferro, esmaltadas a branco, cobertas de alva colcha de fustão: - “ Este é o meu quarto! …” – informa a menina, emocionada, de olhos saltando de alegria. Alberto estaca. Cresce-lhe a emoção. Passeia calmamente a vista: ao lado de cada cama, há mesinha de cabeceira, com porta retrato, em cada uma. O quarto é espaçoso. Tem poucos móveis, e recebe a luz, de ampla claraboia. E sempre de mãos bem enlaçadas, sentindo o agradável contacto da pele juvenil, Alberto, mira-a com carinho; e imensa onda de ternura alaga-lhe a alma perturbada. Seus olhos brilhantes, ensombrassem. Em breve; quando? – só Deus o sabe, – será órfã. Órfã de pai. Jamais receberá o carinho paterno, a protecção de quem que tanto lhe quer… E enxurrada de nebulosos pensamentos, fervem-lhe na mente excitada: “ Como gostava de ajudar! …” “Mas, como?!” “ Aceitariam ajuda? …
Certamente que não…” …………………………………….................................................... …………………………………….................................................... O tempo passou…O tempo tudo apaga. Tudo esquece… Até amizade! … Até amizade! … Hoje, Alberto e Genciana, estão velhos: ele, vive no litoral, sofrendo os tristes achaques da velhice; ela, no interior, numa estância, em constante labuta, cuidando dos filhos. O que o velho médico tanto temia, não aconteceu: A mulher cuidou das crianças, buscando forças, que não conhecia. Privou-se de muito, para que nada lhes faltasse. Quantos vestidos gostaria de ter comprado, que não comprou? Quantas viagens gostaria de ter feito, que não fez? Quantas horas de aflição passou, em silêncio? Quantas lágrimas derramou, na solidão do seu quarto de viúva? Só ela e Deus é que sabem. Foi Mulher e Mãe exemplar. Mãe, com poucas…até morrer… O que descrevi, é verídico. Passou-se no Nordeste.
No árido Nordeste brasileiro; em pequenina cidade sertaneja, perdida nesse imenso Brasil. Que Deus se compadeça dessa MÃE. ACHEGAS PARA A HARMONIA NO LAR Por Humberto Pinho da Silva - “ Depois de casado, ele modifica-se…” – dizia certa mocinha a sua mãe, convencida que o matrimónio era uma espécie de varinha de condão, que tudo transforma ao nosso belo prazer. Mas não é. Realmente modifica; mas não é repentinamente. Essa modificação, demora anos, por vezes décadas… A personalidade do conjugue foi formada pela: educação recebida; ambiente em que viveu; experiências que teve; traumas que passou na infância e na adolescência. É preciso, quantas vezes, realizar esforço, quase titânico, para aceitar o parceiro. Se é verdade que a personalidade dos casais, pouco a pouco tende a assemelharem-se, porque recebem influências idênticas; também é verdade, que a personalidade não é estável. Está sempre em constante evolução: por vezes para melhor, outras, infelizmente, para pior.
A mocinha que dizia à mãe, que o noivo, depois de casado, modificava, falava verdade… mas não toda. No caso apresentado, o casamento não alterou – a não ser no inicio, – o carácter do marido nem o espírito de Dom Juan. Decorridos anos, conquistou os favores de mulher elegante, de boa posição social. Com ela vangloriava-se diante dos amigos, e entrava de braço dado nas festas que frequentava, enquanto a mulher ficava no lar com os filhos… Alertada pelas amigas, fez de conta que não entendia; até que a melhor amiga, interrogou-a: “- Não tens vergonha de ser assim ultrajada?! …” Abriram-se, então, os olhos, e vendo a situação ridícula em que vivia, pediu divórcio, apartando-se daquele que lhe havia feito promessas de amor eterno. A vida conjugal é feita mais de pequenas renúncias, que de grandes conquistas… Para haver harmonia no lar, é mister que ambos tentem agradar-se mutuamente, privando-se, por vezes, de desejos e prazeres, para que o outro se sinta feliz e retribua.
O amadurecimento da personalidade de cada um, realiza-se lentamente, muito lentamente, e depende muito da escolha que se fez: Se ambos tiverem gostos semelhantes, religião, cultura, e principalmente forem crentes convictos e tementes a Deus, a harmonia surge facilmente, porque a vida conjugal não é apenas física, mas espiritual. Problema sempre difícil de solucionar, que se agudizou nos dias de hoje, é o facto de, a mulher, usufruir rendimento superior ao marido. A mente masculina custa-lhe aceitar a situação de inferioridade, seja cultural ou monetária. Jovem médico desistiu de casar com colega, porque esta, além de ser considerada competentíssima, recebia vencimento superior ao seu… Dificuldade – que não é difícil de ser ultrapassada, desde que haja compreensão e boa vontade de ambos, – mas que sempre foi problema para a felicidade do lar. Na “ Carta de Guia de Casados” o nosso clássico, D. Francisco Manuel de Mello, recomenda, igualdade: “ no ser, no saber e no ter.”
Em suma: o casamento não resolve todos os problemas, por vezes, complica; mas os conjugues, que buscam a felicidade, não devem descurar pequenos grandes conselhos, que suavizam as relações: Não criticar; ser atencioso; interessar-se pelos sucessos do conjugue; e sobre tudo: aceitá-lo como é: com os defeitos e limitações… Não há ninguém perfeito…


NOVELA

Sinopse... Verdadeiro homem de ouro

Autora: Janete Dias Moreira
Contato: janete2000@gmail.com

Sinopse para um roteiro.
Um jovem órfão, que foi criado por seu padrasto, que é um prefeito e fazendeiro rico; este fazendeiro tenta tirar vantagem do povo, cobrando impostos muito alto, quando o povo não da conta de pagar os impostos, por ser muito alto, ele tira seus bens. Este jovem descobre que foi seu padrasto que matou seu pai para tirar seus bens. O jovem vai tirar satisfação com seu padrasto. Seu padrasto, para manter seu crime oculto, manda matar o jovem também, mas o jovem sobrevive e ganha poderes, se torna um grande herói; em um verdadeiro homem de ouro. Voltando a sua cidade de origem para fazer justiça, mas ao se tornar herói, este jovem tem problemas com Élson, que quer seus poderes, mas para ter os poderes do jovem, Élson tem que matar o verdadeiro homem de ouro, para conseguir os poderes do jovem e recuperar sua verdadeira aparência.


MEDITAÇÃO

Rompimento necessário

Autor: Ellen G. White

Depois de um conflito longo e difícil, os poucos fiéis decidiram dissolver toda união com a igreja apóstata, caso ela ainda recusasse se libertar da falsidade e da idolatria. Eles viram que, uma vez que desejavam obedecer à Palavra de Deus, a separação era uma necessidade imperativa. Não podiam tolerar erros fatais à sua própria vida nem dar um exemplo que pusesse em perigo a fé por parte de seus filhos e netos.
Para assegurar a paz e a unidade, os fiéis estavam prontos a fazer qualquer concessão coerente com a fidelidade para com Deus, mas acreditavam que mesmo a paz só seria obtida com o alto custo do sacrifício dos princípios. Se a unidade pudesse ser assegurada somente por meio do abandono da verdade e da justiça, seria preferível que prevalecessem as diferenças e as consequentes lutas. Como seria bom, para a igreja e para o mundo, se os princípios mantidos por aquelas pessoas fiéis revivessem no coração dos que se dizem povo de Deus!
O apóstolo Paulo declarou que “todos quanto querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3:12). Então por que a perseguição, em grande parte, parece adormecida? A única razão é que a igreja se conformou com a norma do mundo e, por isso, não desperta oposição.
A religião que prevalece em nosso tempo não é do tipo puro e santo que marcou a fé cristã nos dias de Cristo e dos apóstolos. O cristianismo é visivelmente tão popular no mundo por causa da disposição em transigir com o pecado, por serem as grandes verdades da Palavra de Deus consideradas com indiferença e por haver tão pouca consagração na igreja. Se ocorrer um reavivamento da fé e do poder da igreja apostólica, o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se as chamas da perseguição.
Extraído do livro “Em busca da esperança: O maior resgate de todos os tempos”. Autoria de Ellen G. White.

CRÔNICA

Somos maus e hipócritas

Autor: Humberto Pinho da Silva
Contato: humbertopinhodasilva@gmail.com
Site: solpaz.blogs.sapo.pt

A maioria das pessoas declaram: todos os homens são iguais: raça, religião, posição social, não é motivo de se apartarem.
Mas será que falam verdade?
Tirando excepções – sempre as há, – a maioria assevera o que é politicamente correcto.
Usam palavras, ritos, formalismos, que estão na moda. Pretendem enganar-se ou enganarem os outros? Não sei.
Dizem que não são racistas; e realmente não são, desde que tudo se passe longe e com os outros…
Mas, se filho ou filha, pretendem namorar alguém de raça diferente, a atitude muda.
No Brasil, durante anos – e ainda, infelizmente, acontece, – famílias de raízes orientais, não aceitavam casamentos mistos.
Recordo – nos anos setenta, – a mocinha que foi morta pelo pai, porque teimava namorar jovem de religião diferente da sua!...
Os homens são todos iguais…mas há, uns, mais iguais do que outros…
No tempo de juventude, tive colega no liceu, que viu o namorico terminar, porque a mocinha não queria unir-se ao filho de um polícia…
Ela pertencia a família de doutores…
Salazar não pode casar com a filha dos Perestrelos, apesar de ser professor notável, e a menina nutrir grande afeição por ele, porque era filho do feitor! …
-“ Olha António: nós somos muito teus amigos, e temos razões para isso. Tu tens sido um rapaz exemplar e a tua inteligência deve levar-te longe. Isso agrada-nos muito; mas, apesar de tudo, lembra-te de que para nós hás-de ser sempre o filho do nosso feitor.” – Palavras de D. Maria Luiza, mãe da menina. (O Príncipe Encarcerado de Barradas de Oliveira)
Quantos descendentes de humildes cavadores do campo, uma vez obtido grau académico superior, esquecem os companheiros de infância, que não tiveram igual sorte?
Até filhos, há, que escondem a origem modesta dos progenitores! …
Cada qual pensa, consoante a posição que ocupa no xadrez da vida. O povo diz – e diz com razão: “ Se queres conhecer o vilão, mete-lhe a vara na mão.” E Millôr Fernandes, definia, formas de governo, deste modo: “ Democracia, é quando eu mando em você. Ditadura, é quando você manda em mim.”
Amigo meu, dizia que os comunistas deviam ser muito felizes no amor…porque nunca ouvira dizer, que distribuíssem – pelo menos parte, – do que lhes saia, na lotaria…Nesse tempo não havia euromilhões.
O modo de pensar e agir, depende, quase sempre, das condições económicas, e do lugar que se ocupa na sociedade.
Os republicanos – nem todos, – invejam a fidalguia, porque não nasceram em família nobre. Todavia, na República, há verdadeiras dinastias. “ É a nobreza republicana…”, dizia, com graça, velha fidalga.
Em suma: asseveramos o que é de bom-tom afirmar; mas, no íntimo, por trás de cada frase, de cada palavra, muitas vezes, há outra frase, outra palavra…outro pensamento.
Queremos parecer: democratas, descomplexados, amigos de todos, e compreensivos; mas – salvo almas santas, – pouco nos importa o bem ou o mal dos outros…
“ Não preciso dele para nada!”, declarava jovem universitário, ao pai, quando este recomendava visitar velho amigo de escola; e realmente não precisava, porque se precisasse, apresava-se a telefonar, e a convida-lo para almoçar…
Como somos egoístas e maus!

CRÔNICA

A ponte sobre o Tejo e a dança das placas

Autor: Humberto Pinho da Silva
Contato: humbertopinhodasilva@gmail.com
Site: solpaz.blogs.sapo.pt

A inveja está interligada à política, como aliás a todas as áreas de cultura. Para denegrir o rival, ou possível rival, recorre-se, muitas vezes, à calúnia e à mentira. Mentira espalhada por outros invejosos, que desejam alcançar benesses, que a maioria das vezes não merecem. Quando há mudança de regime, logo surgem, impelidos pela inveja, ou ânsia de aproveitarem a oportunidade para ascenderem socialmente, indivíduos que tentam colar-se aos vencedores, mesmo que tenham de renegar adiais, que acreditam, ou amesquinhar os que foram companheiros de “luta”. Isso passa-se na política, mas acontece, infelizmente, na Igreja. Sim: até na Igreja; e quando falo na Igreja, não me refiro apenas à Católica, mas a todas as denominações. Salazar – como bom estadista, e homem de grande saber, – conhecia, perfeitamente, a natureza humana.
Quando lhe disseram que a Ponte Sobre o Tejo iria ser batizada, em sua homenagem, logo retorquiu: “O meu nome ainda há-de ser retirado da ponte” e acrescentou (cito Pedro Mexia) “ Comentando também que as letras da placa deviam ser aparafusadas e não fundidas no bloco de bronze: “ Vão dar depois muito mais trabalho a arrancar.” Com efeito, em 1974, dias depois da Revolução, um comité revolucionário pintava inscrição a negro, martelou as lápides, segundo o mote” a arte fascista faz mal à vista”. Uns meses mais tarde, a ponte foi rebatizada “ 25 de Abril” – Pedro Mexia – “É uma Paisagem “ – “E” – A Revista do Expresso – 10/Set./2016. No tempo da 1ª Republica, energúmenos, quebraram, à pedrada ou a camartelo, a coroa real, colocada em muitas obras realizadas no tempo da monarquia. Salvou-se, entre outras, a que ainda permanece no pilar de pedra da Ponte D. Luís I, no Porto. Salvou-se, por “ descuido” ou por milagre…
Também os nomes de ruas mudam, para apagar feitos do antigo regime, os “patriotas”, logo mudam as placas. No Porto, é notável a Rua de Santo António, atual 31 de Janeiro; e no Brasil, apesar de muitos republicanos admirarem o Imperador, até terem colaborado com ele, não escapou à mudança de nomes: a Praça Dom Pedro II passou a ser de Marechal Deodoro; a Rua da Princesa, de Rui Barbosa, isto no Rio Em Petrópolis, a Rua do Imperador, virou Avenida da República; mais tarde, tornou a ser do Imperador… para agradar aos turistas… Lá, como cá, a inveja ou parvoíce, reina, mesmo em tempos democráticos… A Ponte Salazar, que demorou apenas 45 meses a ser construída. Inaugurada a 6 de Agosto de 1966, na presença do Presidente da República, o Almirante Américo Tomás, e o Presidente do Conselho de Ministros, António Oliveira Salazar, foi, apesar das infrutíferas tentativas de muitos, rebatizada pelo povo, de: “ Ponte Sobre o Tejo”. Já que não é de Salazar, seja, então, do Tejo…

AUTO AJUDA

Os benefícios surpreendentes do SAL ROSA do Himalaia

Autora: Alanna Ketler

A história
Primeiro de tudo, o que faz o sal de cristal do Himalaia ser tão incrível? Cerca de duzentos milhões de anos atrás havia camadas cristalizadas de sal que foram cobertas com lava. Sendo mantidas nesse ambiente intocado e imaculado que foi coberto por neve e gelo durante tantos anos significa que o sal rosa é o mais puro sal que pode ser encontrado no planeta.

Minerais e Energia
O sal do Himalaia contém os mesmos oitenta e quatro minerais e elementos que são encontrados no corpo humano, que por si só é bastante impressionante! Ao utilizar este sal, na verdade você está recebendo menos ingestão de sódio por porção do que o do atual sal de mesa marinho porque é menos refinado. Os cristais ou flocos ocupam menos espaço do que o do sal de mesa, que é uma variedade altamente processada. Outra coisa legal sobre este sal é que por causa de sua estrutura celular ele armazena energia vibracional. Os minerais deste sal existem na forma coloidal, o que significa que eles são pequenos o suficiente para as nossas células absorve-los facilmente.

Quais são exatamente os benefícios?
Alguns dos benefícios que você pode esperar ao consumir este sal no lugar do sal de mesa regular incluem:
Auxilia na saúde vascular
Ajuda os pulmões e função respiratória
Promove o equilíbrio do ph dentro das células
Reduz os sinais de envelhecimento
Promove padrões de sono saudáveis
Aumenta a libido
Previne cãibras musculares
Aumenta a hidratação
Fortalece os ossos
Reduz a pressão arterial
Melhora a circulação
Desintoxica o corpo de metais pesados

Outros sais:

Sal marinho
Está se tornando cada vez mais processado e admitamos, nossos oceanos estão se tornando cada vez mais poluídos a cada ano, apenas pense sobre os enormes vazmantos de óleo que ocorreram.

Sal de mesa
Em seu processo de refinamento são retirados completamente a maioria dos seus minérios, com exceção do sódio e cloreto. Ele é branqueado, limpo com produtos químicos e, em seguida, aquecido à temperaturas extremamente altas. O iodo que é adicionado ao sal de mesa é quase sempre sintético e é difícil para os nossos corpos absorverem corretamente. Depois ele é tratado com agentes anti-aglomerantes, impedindo que o sal se dissolva no depósito. Estes agentes, em seguida, evitam que o sal seja absorvido em nossos próprios corpos, o que leva a uma acumulação e depósito dentro dos órgãos. Isso pode causar problemas de saúde graves. Estudos têm mostrado que, para cada grama de sal de mesa consumida e que o corpo não pode processar, ele vai utilizar vinte vezes a quantidade de água celular para neutralizar a quantidade de cloreto de sódio que está presente no sal tratado quimicamente.

Esta é em parte a causa do porquê da má reputação do sal. Não é necessariamente o sal que não é saudável para nós, mas o processo de refinamento dele que não é saudável. Afora isso, muitos de nós consumimos muitas comidas processadas. Estes alimentos contêm quantidades astronômicas de sal, e não do tipo bom. Não se trata de limitar o nosso consumo de sal, e sim consumir mais alimentos naturais, caseiros e integrais. Desta forma optamos por qualidade.

Fonte: essentialnutrition.com.br

POESIA

Mulher especial

Autor: Ivan de Albuquerque

Há mulheres que são especiais.
Em dadas circunstâncias, parecem princesas ou mesmo rainhas, pois encantam, fascinam e mostram ter poderes de tal modo expressivos, diante dos quais dobramos a cerviz.
Há ocasiões em que são como administradoras ou economistas, quando se põe a organizar a vida do lar, seus movimentos e despesas, tudo aquilo que se compra e o que se põe na mesa, para a fruição de todos. Conseguem, muitas vezes, ajuntar alguma quantia que sobra para momentos mais difíceis.
Quantas vezes se mostram como agentes de disciplina? Alteiam a voz, como quem dá voz de comando, ordenam, impactam com o tipo de inflexão que utilizam, e põem, dessa maneira, tudo e todos em seus devidos lugares, dentro de casa.
São quais colegas, quais colegiais, variadas vezes. Envolvem-se com os petizes, brincam, jogam com eles; riem-se deles e com eles, até o momento justo de estancar a brincadeira.
Mulheres há que se tornam médicas ou enfermeiras diante das necessidades dos seus filhos. Acolhem-nos, preparam-lhe poções e chás diversos, e, muitas vezes contrariando as instruções formais, dão-lhes xaropes e pastilhas. Se enfermos, banham-nos, põem-nos em seus leitos, recobrem-nos, acalentam e vigiam, dias ou noites, dias e noites, até que retornem à saúde.
Mas, dentre essas mulheres incríveis, especiais de verdade, temos aqueles que reunem todas essas habilidades; são mestras, são agentes disciplinares; são administradoras e economistas, enfermeiras, psicólogas, são médicas. São cozinheiras, lavadeiras, artezãs e fiandeiras. Conseguem ser governantas, serviçais e chegam a ser santas.
Essas almas geniais de mulher são alimentadas pelo estranho ideal de sempre entender, de atender e de sempre servir. São companheiras próximas dos anjos, são servidoras de Deus e mensageiras da vida. São nossas fãs, amigas extremadas, para quem nunca há nada impossível quande se trata de atender-nos, de alegrar-nos, de ajudar-nos.
São mulheres sem igual. Perfumam como flores, são ardentes como a chama e brilham como estrelas. Nada obstante todos os encômios que lhes possamos dirigir, o que é mais tocante, mais comovente, é saber que uma dessas mulheres, incumbidas por Deus para mudar o mundo, ajudando-o a ser melhor, a ser um campo bom de se viver, tem uma missão particular.
Há uma mulher para quem o Criador entregou a missão de cuidar-me, de fazer-me estudar para entender, de ensinar-me a orar e a crescer, a respeitar a todos e a servir para o bem. Essa mulher é um encanto em minha vida e não há ninguém que se lhe assemelhe. Ao vê-la, marejam-se-me os olhos e bate forte o meu coração. Ela é tal qual amálgama de ouro e brilhante.
Ela é, por fim, a luz que torna meu caminho cintilante. É aquela a quem chamo de minha mãe.

Mensagem Psicografada em 08/03/2006, na Sociedade Espírita Fraternidade, Niterói RJ. Texto extraído do livro: Para uma vida melhor na terra. Autor: Raul Teixeira. Editora: Fráter.

CRÔNICA

O intelectual é um eterno incompreendido

Autor: Humberto Pinho da Silva
Contato: humbertopinhodasilva@gmail.com
Site: solpaz.blogs.sapo.pt

Para o vulgo, estudar, escrever e pensar, não é trabalho. Para a maioria das pessoas, trabalho : é o braçal. O do espírito: é puro passatempo ou divertimento. Diz Fulton - Sheen, que quando se observa alguém com a cabeça entre mãos, logo lhe perguntam, se está com dor de cabeça… Alçada Baptista, certa ocasião, em entrevista realizada pela RTP, contou que seu antepassado, conheceu velhinha que fora criada de Herculano. Quando lhe perguntavam: - “A senhora conheceu o Senhor Alexandre Herculano? Não conheceu?” Ria-se muito, e dizia com indiferença: _ “Conheci, conheci… Era um grande preguiçoso!…Passava o tempo a ler e a escrever!…” Meu pai era jornalista. Frequentemente era abordado por amigos e leitores, que inqueriam quanto ganhava pelos “escritos”. Como lhes dissesse que fora a remuneração mensal, nada mais recebia, e ainda colaborava, graciosamente, noutras publicações, pelo prazer que isso lhe dava. Ficavam admiradíssimos. Pasmados…
Como podia passar horas a escrever sem receber nada! Ao falar de Herculano, recordei-me da admiração que o Imperador do Brasil, D. Pedro II, tinha pelo historiador. Veio visitá-lo na quinta de Vale de Lobos. O escritor, receou recebe-lo. Em sua opinião, a casa era demasiadamente modesta para um Imperador. D.Pedro II insistiu, e foi convidado para almoçar. Conversaram quase três horas. Tão encantado ficou com o Imperador, que logo, que pode, o foi visitar. A simplicidade e a cultura de D. Pedro II ,a todos cativava. Também o Imperador nunca o esqueceu. Na última visita, que fez a Portugal, a caminho do exílio, ao passar por Lisboa, depositou uma coroa de flores, sobre o tumulo de Herculano, no Mosteiro dos Jerónimos. O Imperador tinha atenções, pouco usuais, em reis do seu tempo. Mas, como ia dizendo, o povo admira-se que possa haver, quem escreva por prazer, e muitos, também não entendem, que haja quem trabalhe na vinha do Senhor, apenas para servir.
Amiga minha, sabendo que tinha uma filha catequista, na paróquia da localidade onde reside, inqueriu-me: “Quanto ganha” (!); porque pensava empregar uma “pequena” como catequista!… Dizem que Miguel Torga recusou o cargo de ministro, porque precisava de tempo, para pensar e escrever. Esse prazer, era, para ele, superior à honra de ser Ministro de Estado… Para o povo, o intelectual é um excêntrico, que passa horas e horas a ler e a escrever, apartado de tudo e de todos. Mas, como podem compreender o intelectual, se a maioria trabalha, exclusivamente, por dinheiro, para amealharem sempre e sempre mais?!

AUTO AJUDA

Câncer de próstata

O que é?
O câncer de próstata é o resultado da multiplicação desordenada das células da próstata. Quando há presença de câncer, a glândula endurece. Na fase inicial, o câncer de próstata não tem sintomas. Em 95% dos casos, eles aparecem em estágio avançado.
Portanto, exames preventivos frequentes são fundamentais para que a doença não seja descoberta em estado avançado.
Homens a partir de cinquenta anos de idade, ou quarenta e cinco, se houver casos de câncer de próstata na família; devem procurar um urologista anualmente para realizar os exames preventivos.
Um desses exames é o toque retal. O exame é rápido e indica se a próstata apresenta algum tipo de alteração. Caso a alteração seja detectada, o médico pode solicitar outros exames para confirmar o diagnóstico, como o PSA (Antígeno Prostático Específico), o ultrassom transretal e a biópsia da glândula, que consiste na retirada de fragmentos da próstata para análise. Só então é feito o diagnóstico.
Fatores de risco
Idade (cerca de 62% dos casos são de homens a partir dos 65 anos)
Histórico familiar
Raça (maior incidência entre os negros)
Alimentação inadequada, à base de gordura animal e deficiente em frutas, verduras, legumes e grãos.
Sedentarismo
Obesidade
Sintomas (só aparecem nos casos avançados)
Vontade de urinar com urgência
Dificuldade para urinar
Levantar-se várias vezes a noite para ir ao banheiro
Dor óssea
Queda do estado geral
Insuficiência renal
Dores fortes no corpo
Novembro azul
Novembro azul é uma campanha de conscientização realizada por diversas entidades no mês de novembro, dirigida à sociedade e, em especial, aos homens, para conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata.
O movimento surgiu na Austrália, em 2003, aproveitando as comemorações do dia mundial de combate ao câncer de próstata, realizado a 17 de novembro.
No Brasil, o novembro azul foi criado pelo “Instituto Lado a Lado pela Vida”, com o objetivo de quebrar o preconceito masculino de ir ao médico e, quando necessário, fazer o exame de toque, e obteve ampla divulgação. Em 2014, o instituto realizou 2200 ações em todo o Brasil, com a iluminação de pontos turísticos (como o Cristo Redentor, Congresso Nacional, Teatro Amazonas e Monumento às Bandeiras), adesão de celebridades (Zico, Emerson Fittipaldi e Rubens Barrichello), ativações em estádios de futebol, corridas de rua e autódromos; além de palestras informativas, intervenções em eventos populares e pedágios nas estradas.
Em vários países, o Movember é mais do que uma simples campanha de conscientização. Há reuniões entre os homens com o cultivo de bigodes (ao estilo Mario Bross), símbolo da campanha, onde são debatidos, além do câncer de próstata, outras doenças como o câncer nos bagos, depressão masculina, cultivo da saúde do homem, entre outros. Na verdade, novembro azul é mais tradicionalmente dedicado ao diabetes mellitus. Em 14 de novembro, data do nascimento do Dr. Banting, descobridor da insulina, comemora-se o dia mundial do diabetes (a data foi instituída pela federação internacional de diabetes – IDF e pela Organização mundial da saúde – OMS) desde 1991, e que em dezembro de 2006 assinou a carta resolução reconhecendo o diabetes como uma doença crônica e de alto custo mundial, e no mundo inteiro, ações são desenvolvidas para que o diabetes seja mais divulgado, seus modos de prevenção, diagnóstico precoce e manejos. Em muitos locais do mundo, instituições são iluminadas de azul, caminhadas são propostas, ações em ruas movimentadas, etc.

POESIA

Roteiro para empreender a fuga

Autor: Whisner Fraga
Extraído do livro: "O livro da carne"

Reter o vão
Chacoalhar guizos de canduras
Afivelar saudades
Olhar derradeiro as disposições dos trigos
Recolher as tranças das rosas
Beirar a ânsia de conter o então

E depois

Ajeitando o cerco com urgências
E fechaduras

Repisar o charco
Como se suportasse um naco de alma

Reinventar companhias
Calcular senões
Refundir amálgamas de pedras
E vegetais

Levar também a chave
Para um possível retorno.


Contato: Publique seu texto também.

Sala de Leitura