TEMA

Supervisão e gerência.

O gerente tem mais conotação com a pratica do que o supervisor. O gerente tem como missão gerir os interesses individuais direcionando-os para o bem coletivo. O supervisor, de forma geral, tem a missão de acompanhar o andamento das atividades e apontar direcionamentos errôneos a fim de que voltem ao seu caminho correto segundo as premissas de desenvolvimento previstas pela organização.
O supervisor é visto como um líder, e assim deverá ser a pessoa alçada a esta posição. A liderança não é o mesmo que o verbo mandar, mas sim, direcionar, fazer com que seus subordinados vislumbrem por si mesmos os caminhos a serem seguidos. É uma posição de liderança sutil, quase doutrinaria, que visa embutir a cultura organizacional na forma de ser dos colaboradores.
O gerente também é um líder, e esta liderança está mais ligada à área produtiva. Este líder tem como principal missão gerir a massa trabalhadora, os materiais, fornecedores, parceiros, maquinários, etc. Tudo com o objetivo final de retorno positivo para a organização.

Usando um exemplo popular e de fácil entendimento. O gerente é como um técnico de futebol. Seu trabalho é fazer a equipe vencer. Se isto acontecer ele é o grande articulador, se perde, ele é o primeiro a ser condenado e demitido. O supervisor é como um diretor de futebol, acompanha o desempenho da equipe a distancia, mas está sempre preparado para intervir junto à comissão técnica, sempre que os caminhos tomados estão indo de encontro aos padrões pré definidos pela direção superior do clube.
É certo que as afirmações anteriormente descritas caem por terra quando verificamos que gerente e supervisor muitas vezes são a mesma coisa, dependendo da estrutura da organização. Em outras situações, não há a figura de um ou outro. E em outras, a expressão supervisor é usada para um cargo inferior ao cargo com expressão gerente. Por exemplo, na educação não tem gerente, mas sim, supervisor de ensino. No ambiente bancário, o supervisor de atendimento está abaixo do gerente de atendimento. Sendo assim, o certo é pensar na função exercida e não no nome atribuído à função, para se chegar a conclusão de quem é gerente e quem é supervisor de fato.

Autor: Arnold Gonçalves

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