TEMA

Relações internacionais.

Vamos começar com uma boa definição para o significado do curso superior de Relações Internacionais: “É o estudo sistemático das relações políticas, econômicas e sociais entre diferentes países cujos reflexos transcendam as fronteiras de um Estado, as empresas, tenham como locus o sistema internacional. Entre os atores internacionais, destacam-se os Estados, as empresas transnacionais, as organizações internacionais e as organizações não-governamentais. Pode se focar tanto na política externa de determinado Estado, quanto no conjunto estrutural das interações entre os atores internacionais”. É uma miscelânea das seguintes áreas: Política, Economia, História, Direito, Filosofia, Geografia, Sociologia, Antropologia, Psicologia e outros mais que vierem a se fazer necessários para o bom andamento dos “relacionamentos internacionais”.
Vemos que é uma área bem abrangente e complicada. Creio que o principal foco é o econômico, e o principal meio é a politica. Independente de Empresa ou Estado, o objetivo é ficar rico. E quando rico, o objetivo é ficar poderoso. E quando poderoso, o objetivo é subjugar os mais fracos e exterminar com a concorrência. Entretanto, toda essa ansiedade pelo poder maior, deve ser disfarçada pelo cordial relacionamento, daí o brando nome Relações. No português popular é o mesmo que “cobra comendo cobra”. Assim é até os nossos dias.

Claro que é muito mais que um simples jogo econômico. Existem países economicamente fracos, mas militarmente fortes; Coreia do Norte é um bom exemplo. Existem países militarmente fracos, mas economicamente fortes; Suiça é o melhor exemplo. Uma boa costura de aliados pode manter um país fraco por cima, e uma posição intransigente pode derrubar um país forte. O mesmo vale para as empresas. Há espaço para que Boas pessoas possam tirar proveito de toda essa diplomacia para fazer o bem para a humanidade, mas elas certamente compõem uma absoluta minoria nessa massa de relacionamentos internacionais.
Para finalizar, na teoria é uma área maravilhosa, mas na pratica é mexer com o caus. Um desafio fantástico, transformar o inferno da terra em céu. Para que isso possa acontecer é preciso mudar o objetivo final das Relações Internacionais.

Autor: Arnold Gonçalves


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